15 September 2010

Teach a man to rock

Uma versão nova e estadista da velha frase:
"Give a man a fish and you feed him for a day; teach a man to fish and you feed him for a lifetime"


:oD

(Thank you for buzzin', Gonças!)

13 September 2010

Às vezes tem mesmo que ser...

... desligar o pc mais à bruta e pensar: "amanhã também é dia e, depois de descansar, estes 'adamastores' todos vão parecer-me bem mais pequenos."

Que dia duro e sem fim... ufa! :o)

09 September 2010

Following

Hehehe!!!

Depois de uma visão sobre Deus e o Facebook, agora o Twitter... :oD

so cool...

Ter esta pasta de volta ao desktop...



:o)

03 September 2010

M'kay?

"Daqui por diante - e por algumas centenas de anos - o Universo vai ajudar os guerreiros da luz, e boicotar os preconceituosos.
A energia da Terra precisa de ser renovada.
As ideias novas precisam de espaço.
O corpo e a alma precisam de novos desafios.
O futuro virou presente, e todos os sonhos - excepto os que envolvem preconceitos - terão oportunidade de se manifestar.
O que for importante, ficará; o que for inútil, desaparecerá. O guerreiro, porém, sabe que não está encarregado de julgar os sonhos do próximo, e não perde tempo a criticar as decisões alheias.
Para ter fé no seu próprio caminho, não precisa de provar que o caminho do outro está errado. Quem age assim, não confia nos próprios passos."


Just something for you to think about. ...M'kay?

02 September 2010

A Chave do Chaveiro

E dentro do chaveiro há uma chave que diz na sua etiqueta de identificação: "chave do chaveiro"

Achei cómico.

O chaveiro tem dentro de si a chave que o fecha.
Ironias!

Ou não se quer trancar e fechar à chave ou fica-se bem pelo trinco mas nunca mais se abre porque a chave está lá dentro.

Pode ser trágico... e teriamos que nos fazer usar de medidas drásticas caso seja preciso abrir o chaveiro!

Mas soluções encontram-se sempre!

Não deixa de ser intrigante: O que quer afinal o chaveiro? E o que faz ele com a chave que o abre e fecha escondida dentro de si?


Dilemas de uma vida! :o)

If God had Facebook ("like!")


O Facebook estraga os neurónios... é um facto.

01 September 2010

Rentrée

Setembro! Agosto foi-se!
1 de Setembro.

Cá está a nossa Rentrée oficial!
Sobrevivido mais um Agosto. Até custa a acreditar, mas yeap! Passou.

Podia ter sido melhor, mas passou! Para o ano há mais e espera-se que melhor.

Ainda não se sente o impacto do regresso das gentes, que continua a insistir no êxodo sazonal da época alta, a interrupção para o descanso anual. hehehe

De resto, Setembro traz-me o nervosinho que já calculava vir a sentir devido aos ventos de mudança. Começam então estas a pôr a minha vida e o meu coração a mexer mais.

É bom. Será bom. Mexer é viver :o)

Começam as provas de fogo, mas estou confiante de que tudo correrá bem. Não vejo porque não!
Setembro traz-me também o aniversário do meu papá. Mais um ano a celebrar na próxima semana. :o)

Boa rentrée everyone!
Yeap kids... time to go back to school soon!


31 August 2010

Ulisses e o Raio

Foi uma noite tão bem bem musicada e tão boa em tão boa companhia e ainda na companhia destes senhores...

E eis que ainda se complementou quando se seguiu a visita inesperada àquela que felizmente prolongou estadia ali em frente ao Planetário ou ao Museu de Marinha: a exposição “1000 Famílias”.

Deu para passar os olhos por cerca de 100 fotos de famílias de todo o mundo, com breves explicações sobre as suas vidas, ocupações e costumes.

Ainda bem que fomos espreitar depois do Frappucino. Valeu mesmo a pena!



E isto valeu também bem a pena. :o)
Obrigada pelo passeio Ulisses e Raio. Cavalinhos lindos, companhia perfeita e Sintra.


Que bom... sentir de novo tanto gosto por coisas boas. :o)

30 August 2010

Ah... não pensava dizer isto mas...

... não é que tive saudades do trabalho?

Primeiro dia depois das férias é o Dia Internacional do Natural Aparvalhamento.
Somos vários a pensar o mesmo. Entrar no ritmo :o)

O PC não pára de pedir updates e mudanças de passwords... o que é bom porque venho sempre esquecida de passwords quando venho das férias :op.
242 emails por ver numa conta. Ouch! A outra ainda está a abrir. Hum...
Semana nova, colegas sorridentes - alguns já a dizer que iam de novo de férias - muito trabalho (119 emails na 2ª inbox), coisas novas. :o)

E vai TUDO correr bem.

Silly Season a terminar.
Time to go back to work!

26 August 2010

and so he said...

"Uma árvore a cair faz mais ruído que uma floresta inteira a crescer".

E desde então tenho vindo a pensar nisto.

Imagino os rebentos a nascer silenciosos, as árvores a formar anéis nos seus troncos, de ano para ano, e ninguém sentir ou ouvir o seu crescimento.


Gosto de falar contigo. Gosto muito.

E falámos logo nos vários significados possíveis, ou pelo menos no mais marcante que é muito simples: podemos levar uma vida boa sem grandes erros (sim, porque errar todos erramos), mas no momento em que, seja por que razão for, damos um passo em falso e erramos, logo todo o passado de boas acções é esquecido. Tudo o que se construíu, toda a floresta que tanto tempo floresceu em silêncio e sem que por isso se tocassem sinos, de um momento para o outro quase parece que entra em auto-combustão.

Mas árvores caem, árvores ardem e sim, fazem ruído e pode ser ensurdecedor. O barulho da destruição é muito superior ao da construção. E ver a ruir faz-nos perceber que antes não apreciámos nem valorizámos o crescimento como deviamos ter feito.

Mas para quem tem essa capacidade - porque há quem não tenha, há quem goste de pegar fogo às florestas e destruir mais à sua volta do que construir e sei, já vi acontecer e já sofri por estar mais perto do que devia - mas a quem consegue, resta tentar saber porque caiu a árvore; Reconhecer que caiu e não descurar ou esquecer toda a floresta que ainda existe e precisa de ajuda para recuperar da perda. Resta considerar plantar mais árvores, e tratá-las de forma a que não caiam mais. Aproveitar a queda, aprender algo (muito!) com ela, usar a madeira para construir alguma coisa útil que ajude a melhorar e a crescer. Cada vez mais sólido.

Obrigada pela frase. É bom ter destas coisas para pensar e equacionar os nossos passos.
Eu sei que pode parecer tolo, mas gosto destas metáforas. :o)

25 August 2010

Now THAT was cool :o)

Obrigada pelo convite! ;o)

A Barbie era igualzinha à minha... e fiquei cheia de pena por ter crescido e nem saber onde ela anda e se ainda existe sequer! Deve andar na cave dos pais.
Eu acreditava mesmo em miúda que os brinquedos ganhavam vida quando eu não estava a ver. eheh este filme foi um bom regresso. Bolas, como é que o tempo passou tão depressa?

:o)

24 August 2010

Sabias que...

... A Lua está em dieta?
Segundo imagens recolhidas pela NASA, o satélite natural da Terra está a 'encolher como uma maçã velha' e nos últimos mil milhões de anos, o diâmetro da lua diminuiu 100 metros.
Pelo que percebi o "encolhimento" está relacionado com o arrefecimento do centro da lua.
Lua. Gosto de ti grande e cheia. Trata de aquecer e crescer ou pelo menos pára de encolher...

... o Tango, a dança (ou mais que isso para muitos!) é considerada pela UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) como Património Mundial da Humanidade. :o)
Curtia trabalhar na Unesco, têm ar de ser nobre e divertido.

... o Palácio de Seteais na mágica Sintra teve a origem do seu nome num "ai". Há várias teorias, uma delas é a lenda de D. Mendes de Paiva que, em 1147, conquistava Sintra e encontrou uma donzela que assim que o viu disse "ai". Há quem diga que a donzela era uma Moura amaldiçoada e condenada a morrer ao seu sétimo "ai". Perante a beleza de D. Mendes de Paiva a miúda foi aos ais e 'quinou' em menos de nada, deixando o pobre homem triste e impossibilitando a realização do amor que pareceu nascer ali entre sete fatais ais. Sete-ais. Ai, ai, ai, ai, ai, ai...

Ai...Hoje deu-me para os factos :o) Puft.

19 August 2010

Energia

Cheira-me que vai sair um post "lame".
Mas ok... aqui vai...

Às vezes jogo daqueles jogos do Facebook.

Confesso. Sei que "as doutrinas se dividem" quanto a opiniões sobre estes jogos e como tudo na vida, há quem goste e há quem não goste, uns mais ávidos que outros nas suas críticas e ilações.
(Há também quem odeie de morte o Facebook, portanto, como sempre, somos uma humanidade muito plural. E ainda bem.)

Eu (ainda) gosto do FarmVille... e do PetVille. Cheguei a jogar YoVille mas só me lembrei agora que não jogo há meses (e continua a não me apetecer).

Nem é um amor assolapado, não chego a considerar vício (sim, aceito perfeitamente que os bichos não sofrem se não os "tratarmos", as culturas não morrem de verdade se não as colhermos), não "sofro" nada com isso, como um fumador sofre no vício de querer um cigarro :o).

De início achei piada aos gráficos, à bonecada e ao conceito e fui jogando, em fases, mais que noutras e quando há um tempo para "perder" nessas coisas.

Há pouco entrei no PetVille e na inter-acção do meu "boneco" com os bonecos "amigos" havia um que pedia ajuda.

Quando um dos outros "animais amigos" pede ajuda, se a dermos (geralmente basta encontrar um objecto qualquer), ganhamos moedas, pontos de jogo e podemos ganhar "pontos de amor" ou "amizade" - como se queira chamar - mas há algo que não ganhamos, que pelo contrário, perdemos ao ajudar: Energia.



Não é propriamente para falar deste universo em particular - em última análise um pouco tonto e talvez absolutamente inútil, embora já tenha ouvido que se quer provar que estes jogos são anti-stress... o que na minha opinião, como em tudo na vida, se forem levados exageradamente a sério, podem ser foco de stress e alienação, mas adiante - que estou aqui a gastar as teclas do meu pc, e a ocupar espaço da blogosfera e do meu Chapters.

É simbólico.


Hoje quando acordei (de novo cedo demais, principalmente estando de férias) e abri o PetVille, fiquei parada a ver a subtracção de energia durante uma ajuda, fiquei parada a pensar em como na vida, quando ajudamos alguém a quem acarinhamos e de quem gostamos, quando simplesmente ouvimos as suas questões e problemas, quando entramos no jogo dessa partilha, muitas vezes (arrisco em dizer de TODAS as vezes, na melhor das hipóteses e se formos equilibradamente humanos - porque há por aí cada bicho... cada sangue-suga...), damos da nossa energia.

Mas é essa a verdadeira essência dos amigos que o são realmente.
E é tão importante sabê-lo e reconhecê-lo. Cada vez mais o sinto assim. Devem ser os 30.

Parece-me, por vezes, que a energia que tenho mal me chega a mim (impressão pura, chegará obviamente)... mas a verdade é que não nego dar-ta. A ti, a ti, a ti e a ti.
Eu posso não estar sempre bem, mas já és um bocadinho de mim e as energias já se partilham por isso e por si só.
Isto para TE dizer que contes com ela. Mais perto ou mais longe, estou aqui e estou contigo e dou-te da minha energia com prazer. Por muito que até me pareça pouca.
Obrigada... a ti, a ti, a ti e a ti... por tudo.

15 August 2010

Sem palavras!

Não tenho palavras...!
E também, palavras para quê...?
Parabéns Rita e Edy...
É Liiiiindo!

Gabriel, sê muito bem-vindo, bebé.

13 August 2010

You're gorgeous just the way you are

Sexta-Feira 13 e continuo a achar que é dia de sorte. Mas como diz a Shi, todos os dias são. (ou devem ser!)
Eu tive a sorte de ter este video atravessar-se no meu dia. E adorei ver.
Já tinha visto um outro do mesmo tipo, mas este hoje (do Facebook do Gonças) inspirou-me quando andava a matar a cabeça com "coisinhas" da treta há já uns dias. Indecisões palermas e pequenas! De repente tudo se fez bem mais claro. :o)

Se passares aqui... Just watch. It'll worth it! ;o)
And "You're gorgeous just the way you are!"




E já agora... ver isto aqui também.

Nick Vujicic - http://www.attitudeisaltitude.com

11 August 2010

Thank you BMW! :o)


E que boas que estavam as maçãs! :oD

Stay positive, stay honest, stay true

Nada está a correr muito mal... para já antes pelo contrário...!
Mas gosto tanto deste "Don't Quit poem" que de vez em quando tenho que o tirar da gaveta.

Just to keep reality in mind... and inspiration out in the open.



Don't Quit

When things go wrong, as they sometimes will,
When the road you're trudging seems all uphill,
When funds are low and the debts are high,
And you want to smile but you have to sigh,
When care is pressing you down a bit,
Rest if you must, but don't you quit.

Life is queer with its twists and turns,
As every one of us sometimes learns,
And many a failure turns about,
When he might have won if he'd stuck it out.
Don't give up, though the pace seems slow -
You may succeed with another blow.

Often the goal is nearer than
It seems to a faint and faltering man;
Often the struggler has given up
When he might have captured the victor's cup,
And he learned too late, when the night slipped down,
How close he was to the golden crown.

Success is failure turned inside out -
The silver tint of the clouds of doubt,
And you never can tell how close you are -
It may be near when it seems afar;
So stick to the fight when you're hardest hit -
It's when things seem worst that you mustn't quit.

09 August 2010

Princesa ou não...

Ela escreveu-me isto um dia e hoje dei com o cartão aqui na gaveta da secretária. Identifiquei-me de imediato.

Ainda tenho aquela leve sensação de que me fugi e escondi num qualquer porão, num sotão ou numa torre lá ao longe, e não me vejo há meses.

"São muitas as princesas que vivem escondidas no fundo de um palácio, ou no alto de uma torre, entre os juncos de um rio ou dentro de uma flor...
Estão tão escondidas, que algumas vezes até se esquecem de quem são.
E, no entanto, merecem ser descobertas..."

(Phillipe Lechermeier - in Princesas Esquecidas ou Desconhecidas)


Soon to be found.

Até porque tem mesmo de ser pois que a vida não pára! E Setembro não vai dar tréguas. :o)

08 August 2010

06 August 2010

How about that?

É o autocarro do futuro.
Os chineses inventam de tudo.
O autocarro, ainda em projecto mas que que promete não ficar preso no trânsito. Já estou a ver o slogan (bom, não é slogan porque é demasiado comprido): "Passamos 'por cima' de tudo para que os nossos passageiros cheguem a horas ao seu destino!"



Ain't that something??
Já tinha sonhado com qualquer coisa deste género. Também já sonhei com autocarros voadores. Vamos ver o que nos reserva então o futuro...!

03 August 2010

Oh Aurorinhaaaaa!

E diz assim o Público:

"Os efeitos de várias explosões no sol vão ser visíveis nas próximas duas noites nos países mais a norte. No domingo dia 1 de Agosto, a Nasa detectou várias erupções solares que puseram a caminho da Terra grandes quantidades de plasma (átomos ionizados). A chegada desse plasma ocorrerá durante esta terça-feira à noite e quarta-feira durante a madrugada.

“Esta erupção vem mesmo em direcção a nós, e espera-se que chegue no dia quatro de Agosto”, disse o astrónomo Leon Golub do Centro de Astrofísica de Harvard, acrescentando: “É a primeira grande erupção em direcção à Terra desde há bastante tempo.”

Quando esta erupção atingir o campo magnético da Terra poderá criar uma tempestade geomagnética, originando o fenómeno mais conhecido como aurora boreal.

Golub aconselha os habitantes dos países com latitudes mais altas a estarem atentos ao céu, entre hoje à noite e amanhã."


Toca a olhar para o céu logo e amanhã à noite, minha gente! :o)

Well... I was kinda bored

As férias ainda demoram uns dias.
A silly season está oficialmente aí. O país está (ainda) mais parado do que é costume. Basta-me olhar em volta para ver o escritório despido de pessoas e de carros no estacionamento.

Há notícias no mundo... claro que há. Até se fala de coisas sérias.
Isto com a Crise há sempre notícias. Nunca são é muito boas.

Mas temos também o 'serial killer' de Torres, e as investigações...(!) nas quais a PJ não quer cometer os erros cometidos (passo a expressão) no caso Maddie. O alemão que matou a amante e fez desaparecer a bebé, filha de ambos. A ida do António Feio...
E depois temos as notícias cor-de-rosa e internacionais tipo a Alicia Keys ter casado não tarda ser mãe, o Jude Law que vai casar com a mulher que traíu há uns anos mas que agora lhe perdoou e quer casar; e a Tracy Chapman que namora com uma actriz da série "L Word" e andam que nem pombinhas à procura de casa em LA ou San Francisco.

Eu olha, resolvi distrair-me com outra coisa e deu-me para ir arranjar as unhas.
A segunda vez na vida com unhas coloridas. Foi um rasgo de... nem foi vaidade, porque não ligo, mas estavam grandes e quis tratar de as pôr diferentes. Não parecem as minhas mãos... hehe

Até deixei a jovem escolher a cor. O resultado é arrojado mas apeteceu-me mesmo cortar a rotina das minhas unhas com uma coisa completamente diferente!
Torci o nariz mas já que pago, ao menos que se note que lá fui. E nota! Mesmo tchan! :oD



E para juntar à pseudo-vaidade, esta semana volta-se por estes lados aos treinos indoor. Depois dos 8 meses sabáticos longe de ginásios, e visto que já nem recordo bem o que me afastou ao ponto de achar que nunca mais ia sentir falta e querer voltar, eis que já me sinto com vontade de voltar a treinar. :o)
A verdade é que já estou a sentir falta de um belo de um Body Step ou Body Combat, ou até mesmo de um Attack! Qualquer coisa que me faça libertar a mente do resto da vida durante uma horinha.

Agora sabendo bem ao que vou e a postura a adoptar.
Can't wait 2 start! :o)

02 August 2010

:oD

E palavras para quê?

:o)

30 July 2010

I like this

Um blog com "post-its" que relembram o que é mais trivial e que tanto esquecemos.
Vou adicionar ali nos "chapters" no lado.
thingsweforget.blogstpot.com é o nome e endereço deste blog que tanto gostei.

E escolhi este para pôr hoje aqui.
Tantas vezes queremos ser cordiais na nossa crua honestidade e nem sempre conseguimos de forma consolidada fazer chegar a mensagem.

Gostei mesmo! Check it out :o)

Bolas...

... pensei mesmo, mesmo que ele se safava.
Mais uma vez me enganei :o\




Já era orelhudo quando era puto. :o)

29 July 2010

Provavelmente foi isto...

... que aconteceu ao anjo que me guarda.
Ainda deve andar em recuperação, coitadinho.


Anjinho... preciso de ti.
Watch where you fly, ok?

And get well soon... please?

28 July 2010

Please set my spirit free...



"My Body Is A Cage"

My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

I'm standing on a stage
Of fear and self-doubt
It's a hollow play
But they'll clap anyway

My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

You're standing next to me
My mind holds the key

I'm living in an age
That calls darkness light
Though my language is dead
Still the shapes fill my head

I'm living in an age
Whose name I don't know
Though the fear keeps me moving
Still my heart beats so slow

My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

You're standing next to me
My mind holds the key
My body is a

My body is a cage
We take what we're given
Just because you've forgotten
That don't mean you're forgiven

I'm living in an age
That screams my name at night
But when I get to the doorway
There's no one in sight

My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

You're standing next to me
My mind holds the key

Set my spirit free
Set my spirit free
Set my body free

Arcade Fire - My body is a cage

26 July 2010

Depreciating assets...

Wow! Crazy chic!
Obrigada Menina R, já deu para uma risada logo de manhã :o) ****

24 July 2010

Smashing boredom with... stuff

#1 - Atravessou-se no meu dia a alegoria Platónica do Amor a qual achei muito curiosa.

Segundo Platão, havia humanos que tinham duas caras, quatro pernas e quatro braços.
Os Deuses, com medo de serem passados para «uma segunda classe de seres» e receando uma rebelião contra si, cortaram os humanos ao meio.
Cada ser humano passou a possuir uma só cara e pares de membros robustos mas também a inquietude mais profunda: comuns mortais, eram caras e metades incompletas. Remodelados, iriam passar a esforçar-se para encontrar a cara-metade.

"Ninguém pode acreditar que é o mero prazer físico (Eros) que leva uma pessoa a sentir um prazer tão intenso na companhia de outra. É claro que a alma de cada uma delas tem outro anseio que não é capaz de exprimir, mas que apenas pode imaginar e a que só é capaz de referir-se de uma forma vaga."

Reina portanto nos humanos uma ânsia que há muito sentem, mas que nem sempre são capazes de exprimir: poderem fundir-se com o seu amado e serem, depois, um único ser e não dois.

#2 - Gostava de conhecer as teorias de Platão sobre a saudade. Ou sobre o confuso cérebro masculino. Ou sobre a maldade de alguns cérebros femininos.

#3 - O Billy Corgan dos Smashing Pumpkins ia esmagando a abóbora (eheh) quando desmaiou e caiu num concerto na Florida. (confirmando isto hehehe)
A música que cantava era Bullet With Butterfly Wings. Foi muito rápido a levantar-se, não deve ter sido um grande apagão.
Claro, já se manifestou sobre o incidente no Twitter.

And for those that saw me fall last night during Bullet, that wasn't a stage move or clumsiness, that was me blacking out and wiping out.
5:37 AM Jul 22nd via txt

I have no memory of falling against the drum riser and my guitar cabinet, but I can tell you I've got quite a good bruise + am moving slow
5:38 AM Jul 22nd via txt


#4 - Gostava de acordar no dia 9 de Agosto, thank you very much.

#5 - Os Beach Boys vão reunir-se para um concerto que assinalará o quinquagésimo aniversário da banda.
We're all getting old!

#6 - Gosto da singela simplicidade disto:


somewhere a star shines for everyone
somewhere one's shining for me
no matter how rich or poor you are
if you are born with the lucky star

somewhere a star shines for everyone
no matter who, you believe

la, la, la, la, la, la, la, la

somewhere a star shines for me...
The Innocence Mission
Somewhere A Star Shines For Everyone

#7 - E gosto desta versão Disto:

The Innocence Mission
What a Wonderful World

#8 - Tenho saudades tuas. Damn it.
And yes I've got these dreams and you're in them all.
Ufff...!

22 July 2010

Será? :o)



Hoje
andei na rua de megafone
a apregoar o teu nome
e o amor que sinto por ti.

Hoje
cuspi fogo à porta do metro
e entreguei mais de mil panfletos
e todos diziam assim:

Hoje o mundo venera
todo o destemido pateta
que faz pouco de si

E se eu for ignara vedeta,
será que na rua deserta
tu reparas em mim?

Hoje
declarei-me em todas as praças
grafitei na rua onde passas
"o meu amor passou aqui"

Hoje
fiz o pino e uma canção
e hei-de ir à televisão
só para que ouças assim:

Hoje o mundo venera
todo o destemido pateta
que faz pouco de si

E se eu for ignara vedeta,
será que na rua deserta
tu reparas em mim?

20 July 2010

I love a lot of stuff

The world's just awsome and the Discovery Channel rules ... (especially those MythBusters guys! :oD) ...


... but I hate missing you. :o(

19 July 2010

16 July 2010

hide & seek

Pena não dar para mandar uma sonda(zinha) para o futuro mesmo à nossa frente, "apalpar terreno" para ter uma ideia do que aí vem e poder tomar escolhas e decisões mais esclarecidas. :o)

Já agora ver quem anda por lá... se o futuro está bem frequentado. :o)

Não há hipótese senão ir de cabeça, esperar que corra tudo bem e encontrar boa gente.

15 July 2010

Please remember

... if you'll ever find a moment...

... spare a thought 4 me.

13 July 2010

please don't go...


Kidding!
Vai...
Mas despacha-te a voltar, sim?
:o*

09 July 2010

haha! Estava mesmo a precisar :o)

Obrigada!
Estava mesmo a precisar disto logo pela manhã de hoje para descomprimir.
Adoro o risinho deles. Que delícia :oD
Viva o Jobs e o Gates. :op



08 July 2010

Quem quer?


Um bocadinho de nervoso miudinho.
E um entorse no pé...?

07 July 2010

speeeeeeed!

Semana a correr. Quero ver quando vou cumprir o exercício de parar para sentir e deixar de racionalizar tanto. É sempre a speedar :o)

06 July 2010

breathe in, breathe out, just don't stop breathin'



Yes I understand that every life must end, aw huh,..
As we sit alone, I know someday we must go, aw huh,..
I’m a lucky man to count on both hands
The ones I love...

Some folks just have one,
Others they got none, aw huh...

Stay with me...
Let’s just breathe.

Practiced are my sins,
Never gonna let me win, aw huh,..
Under everything, just another human being, aw huh,..
Yeh, I don’t wanna hurt, there’s so much in this world
To make me bleed.

Stay with me,..
You’re all I see.

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see...
No one knows this more than me.
As I come clean.

I wonder everyday
as I look upon your face, aw huh...
Everything you gave
And nothing you would take, aw huh...
Nothing you would take...
Everything you gave.

Did I say that I need you?
Oh, Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see...
No one know this more than me.
As I come clean.

Nothing you would take...
everything you gave.
Hold me till I die...
Meet you on the other side.

01 July 2010

Ctrl Z à vida

Que pena não dar para fazer 'Ctrl z' à vida.
Um "undo" um erase & rewind ou um fresh reboot sem disk errors.
Uff...

Não vou aprofundar muito mais a questão...
Neste 1º dia do 2º semestre do ano, fica a música. :o)
E fica ainda a referência a uma frase que já escrevi aqui algures que diz que: "a nossa cabeça é redonda para permitir ao pensamento mudar de direcção"

Mudar não é errado, e mudar ideias pode ser bom. Voltar atrás ou simplesmente ter oportunidade de tentar refazer tudo mas melhor... não é necessariamente mau. Não é mesmo. É humano.
Se algo é digno de auto-reconhecimento e de confissão da necessidade de mudança... só pode ser bom.

Desfazer, copiar, recortar e colar...

Ctrl z, ctrl c, ctrl x e ctrl v...

(e quem nunca errou e não quis voltar atrás, que atire a primeira pedra.)



"Erase / Rewind"

Hey, what did you hear me say
you know the difference it makes
what did you hear me say

Yes, I said it's fine before
I don't think so no more
I said it's fine before
I've changed my mind
I take it back

Erase and rewind
'cause I've been changing my mind
I've changed my mind

So where did you see me go
it's not the right way, you know
where did you see me go
No, it's not that I don't know
I just don't want it to grow
It's not that I don't know
I've changed my mind
I take it back

27 June 2010

Equilibrium - q.b.

Andamos há mais de 2000 anos a procurar. Ou pelo menos a maioria de "nós".
Mais de 2000 anos a tentar perceber como fazer para nos realizarmos mais na vida; a perceber porque aqui estamos e porque queremos sentir-nos nessa realização, individualmente e em "equipa" (chamemos-lhe assim para ser mais lato).

Mais de 2000 anos a errar porque somos naturalmente "não-ensinados" e não sabemos, portanto, como agir perfeitamente em todas as situações. E o que é, sequer, agir de forma perfeita?

Mais de 2000 anos em busca de conhecimento, sempre por base nada mais do que a tentativa-erro.

Ainda assim repetimos erros. Over and Over...

Um amigo dizia ontem qualquer coisa como: "Sim, cometemos erros e faz parte. Hiroshima e Nagasaki - que, claramente foram errantes e momentos pouco felizes da História - foram, no entanto, importantes, pois sem estes (e outros), se calhar não teriamos hoje energia nuclear... e ter-se-iam-se perdido, muito provavelmente, os génios que ajudaram a descobrir e criar algo que depois acabou por ser mal utilizado. A culpa não pode ser-lhes atribuída... provavelmente quando fizeram descobertas e criaram, não terá sido com essa intenção/finalidade."

Equilibrio.

Tudo o que devemos procurar é Equilibrio. Nem mais, nem menos. A porção exacta e certa... para nós, para quem gostamos. Tolerando e encaixando.

Tomando como exemplo de análise, o nuclear, se o calor emitido for convertido em energia eléctrica, temos um resultado equilibrado e controlado por centrais e reactores, mas se, por outro lado, perdermos o equilibrio, a mesma energia pode ser usada descontroladamente e gerar resultados devastadores, idênticos aos da bomba atómica.

Será necessário equilibrar o mal com o bem? Sacrificar o bem pelo mal?

Marie Curie, como estudámos em História, descobriu a radiação ionizante, mas não sem sofrer de envenenamento radioactivo... sofreu e morreu de leucemia. Terá valido a pena? O que tirámos do que ela descobriu vale o seu sofrimento enquanto o descobriu? As inflamações nas suas mãos causadas por manipulação de materiais radioactivos?

E estas mentes queriam descobrir sempre mais e era nisso que baseavam a sua realização e existência.

Onde está o equilibrio?

- Se temos dinheiro a menos mal sobrevivemos... se temos dinheiro a mais ficamos avaros, cheios de soberba e corrompidos.
- Amor a menos não chega ... amor em demasia sufoca.
- Ser vagaroso, não é perfeccionismo, é preguiça... ser rápido demais é ser apressado e imperfeito.
- Se fala muito é tagarela e carente, quer toda a atenção para si... se fala pouco, é impenetrável, autómato, insensível ou anti-social.
- Se é muito ambicioso, é prepotente, maquiavélico e conflituoso... se não tem ambição, é parasita, acomodado e um fardo.
- Se diz o que pensa sem filtros, é insensível, anárquico e associal... se omite tudo o que pensa é totó, infeliz, sozinho e de outra forma, também associal.
- Paixão é exagero... Fuga é desprezo, abandono.
- Caminhadas curtinhas não satisfazem, não completam... caminhadas longas demais cansam, fatigam, molestam.
- Se é nervoso, explode, é histérico, espalha o pânico e o caos, exagera... se é calmo demais, é muito sério ou apático, implode sem manifestação externa, ninguém o lê, é desprovido de emoção.
- Se opina, tem a mania, é invejoso ou controlador... se "come e cala" é nabo e não tem personalidade.

Lutamos por poder. Em conjunto, não sabemos ser humildes, cada vez menos fazemos "fretes", entramos constantemente em conflito de prioridades.
Os ritmos aceleram. O tempo é sempre pouco, mas antagonicamente, é também reparador.
Um filho é pouco, três já serão demais?
A rotina cansa... o original é excêntrico e fora do comum!
O temporário é inseguro. O "todo o sempre" assusta.
A ausência de exercício físico é preguiça e sedentarismo... o excesso é imoderação, doença, vício, anemia, hipoxia, mania e outras coisas acabadas em "ia".

Os extremos nunca foram pontos de equilibrio. É por isso que são extremos...! :op [Jacques de la Palisse?? :o) ]
Os extremos desequilibram e aumentam a imperfeição.
Apoiados em extremos, a sós ou em conjunto, dificilmente conseguiremos manter ligações duradouras e saudáveis, quer com o nosso íntimo quer com quem amamos e nos rodeia.

Equilibrio.

Aquele ponto "ali". (sem cola!)
Será ele assim tão difícil de encontrar e de alcançar?

23 June 2010

video everyone should see

Para ver, pelo menos uma vez por ano.
Faz favor de marcar na agenda. Ok?

adoro gadgets

Após a infelicidade de me terem "desviado" o ipod vermelho... (nana's nano) eis que me presentearam com um cor de rosa... e apesar de gostar muito do meu vermelho porque foi uma oferta especial, este cor-de-rosa tem cá uma pinta!

Dá para fazer videos, é sensível à posição "landscape/portrait" , se tiramos os phones dá música na mesma, epah é lindo!


Não esqueço o outro por razões sentimentais, mas este é demais! :oD

Adoro gadgets!

Obrigada pela oferta/reposição!

22 June 2010

Ah! É verdade!

Estando-me então nas tintas para as línguas viperinas e malvadas, encorajada pela dançarina herself e por mais duas pessoas de gabarito, acabei por vestir a fatiota e servir de ajudante de Dançarina do Ventre. P'ra El Rey ver! :oD

Para a posteridade em tons de verde e roxo:

Não sei quem era o senhor desta segunda foto mas parou na altura certa! :op

:o) Obrigada...

XXX says:
é simples!!
só tens de reescrever tudo o que eu escrever e não contestar!!
combinado!!!
Eu Nana Afonso
n a n a ® says:
combinado
tipo jogo da sombra
não contestar...
grrr
Eu Nana Afonso
XXX says:
Prometo ao meu amigo XXX
n a n a ® says:
prometo pela minha honra
hehe
prometo ao meu amigo XXX
XXX says:
e com a gracinha de deus...
que nunca....
mas Nunca mais....
n a n a ® says:
e com a graça de Deus, que nunca, mas nunca mais
...
XXX says:
me vou desvalorizar...
n a n a ® says:
me vou desvalorizar
XXX says:
nem tão pouco...
n a n a ® says:
nem tão pouco
XXX says:
entender que...
n a n a ® says:
entender que...
XXX says:
o que faço com dedicação...
é uma perda de tempo...
porque tudo na vida, não acontece por acaso e me faz crescer
n a n a ® says:
o que faço com dedicação, é uma perda de tempo
n a n a ® says:
porque tudo na vida, não acontece por acaso e me faz crescer
XXX says:
e tenho os meus amigos que me dão a mão e alento quando estou em baixo e partilham os bons momentos da vida
Sou linda e maravilhosa!!
então???
Vou almoçar e volto já!!
quando voltar quero ver tudo escrito!!!
n a n a ® says:
e tenho os meus amigos que me dão a mão e alento quando estou em baixo e partilham os bons momentos da vida
Sou linda e maravilhosa
vou almoçar e volto já!!
XXX says:
és sim!!!!
n a n a ® says:
hehehe
XXX says:
LOL
tonta!!


:o)

18 June 2010

E assim foi Saramago...

Havendo lugar para tudo... depois das piadas, os pêsames.



E asim foi o nosso Nobel da Literatura. Fica na história, logo na memória.
R.I.P.

(Saramago na imprensa nacional)

As piadas SECAS estão de volta! :oD

Aqui vão duas...

Diz o trigo à aveia:
- Epá o meu miúdo não parava quieto!
Então e o que é que fizeste?
- Centeio


Como é que o Han Solo, do Star Wars, manda calar uma prostituta?
- "Chewbacca" !!!

Ok... a última é muito sexista... e o Harrison Ford não tem ar de o ser - se bem que as aparências cada vez mais nos enganam... (Já agora, Parabéns ao Harrison que casou ontem com a namorada de há muito tempo, Calista - toda a gente se casa... pfff!) mas a piada frita é parva mas é inocente, vá.

We all float... so, who cares, right? Float on...

Hooverphonic - We all Float
normal e + psicadélica :o)... gosto de ambas.
We all float. Clouds of gold.





The wind is telling stories about us
Writing words in sand and powdered dust
Deserted squares and lonesome trees
The wind revealing stories about us

Fall is telling stories about us
Writing words with leaves and powdered dust
Multicoloured lanes of trees
Mesmerising stories about us

We all float
Clouds of gold
Mountains make the sun arise
Your rainbow coloured eyes can change the tide

We all float
Clouds of gold
Mountains make the sun arise
Your rainbow coloured eyes can change the tide

The river telling stories about us
Writing words in water full of lust
Yellow purple green or blue
Drip by drip revealing things on you

We all float
Clouds of gold
Mountains make the sun arise
Your rainbow coloured eyes can change the tide

We all float
Clouds of gold
Mountains make the sun arise
Your rainbow coloured eyes can change the tide

Mountains make the sun arise
Your rainbow coloured eyes can change the tide

Para uma "Float On" de Modest Mouse, num registo muito diferente... mas com uma boa (excelente) mensagem...
Link Aqui

15 June 2010

Mas vá lá, toca a vir ver El Rey


Eu para não variar...

... vou fazer figuras. Das que prometi que "nunca" mais fazia! É por estas e por outras que isso de dizer "nunca" e "sempre" é sempre (passo a redundância) duvidoso e até perigoso...!
Bom, não tenho dúvidas de que, para mim, será uma noite e uma tarde plenas de sinestesias.

Irei, mas só porque umas quantas pessoas insistiram meeeeeesmo muito.

E nestes dias de maioral "estupidificação" a que me tenho submetido, encontro divertimento em não ser eu, em vestir as fatiotas (já escolhidas) e rir ao espelho, como alguém com as capacidades mais circunloquiais que conheço (e que ao fim de tanto tempo ainda não percebi se é realmente parvo ou se apenas se faz... e, consequentemente, não deixa de me fazer a mim) me "disse" um dia para fazer.
Nope, não vou pintar a cara à balda e rir ao espelho, não preciso de me embutir assim na minha vã existência.
Com a fatiota da Dança do Ventre já me dá para rir da minha falta de jeito!

Pena ser AQUELE espelho. O que traz recordações, espelho meu... espelho teu! Devia comprar um espelho novo... bom, deixando-me de 'prolixezices'. Não é hoje que vou comprar espelhos pois que vou com a prima comprar casacos. :o)


Ai, ai, ai... o que se faz/repete por amizade... ainda por cima com o que poderá voltar a acarretar... mas enfim. não devo nada a ninguém! (hum... talvez o condomínio deste mês... tenho que tratar disso...) Anyway, haja o que houver. Está decidido... :o) Who cares about what they say. Inveja é coisa feia!

Só quero ver como vou aguentar aquele véu medalhento na cabeça... mas vai ter que dar, ai vai, vai... como "tapa misérias"! :oD

Vá, Fá'xavor de vir à Feira Medieval. :o)

Estais todos convidados! :o)


07 June 2010

Call me a sissy but...

Sempre que vejo isto emociono-me.
I'm a cry baby.
Já tinha feito um post com isto... mas vale mesmo a pena repetir.
Pantente credits... (mesmo que façam testes em animais... o anúncio (Tailandês) está comovente, criativo... e de certa forma, pedagógico... mas é só a minha opinião. Vale o que vale.)

"Why...
...do you have to be like others?
Music is a visible thing.
Close your eyes. you will see."

Buaaaahhhhh! :'o))o':

04 June 2010

Sagração da Primavera

Foi na passada 4ª feira. (portanto já não é um post spoiler para quem não viu e não conhece!)
Dia 2 de Junho, véspera de feriado. Fomos ao CCB eu e a mãe ver a "Sagração da Primavera".
A mãe não costuma ver destes bailados "esquisitos" mas depois de tudo... "dos silêncios que falam", eu já não imaginava outra companhia senão a dela para este programa. E ela ia contente, feliz até.
Um quality program com a filhota! eheh
Lá fomos as duas a cantar por cima da Mariza pelo caminho (que belos trinados tem aquela giraf...senhora!!).

Chegamos 15 minutos antes, damos a moeda ao "carocho". Conversa para aqui, conversa para ali. Havia gente de todos os "quadrantes", como sempre. Desde hippies a gente absolutamente low profile, como senhoras muito selectas e produzidas.

E agora aqui um á parte: Ao relembrar a última vez que lá tinha estado para um concerto de Chopin, estranhei muito a minha companhia ter-me dito até um pouco despropositada e cavalheirescamente: "Vens vestida assim?"
Como se houvesse um dress code para os espectáculos do CCB! O dress code é como nos sentirmos confortáveis! É como nos apetece ir... e há sempre alguém que nos surpreende pela falta de gosto... mas gostos são gostos.
Devia ter percebido logo a minha companhia, já numa formatação diferente, teria "gostado mais" se eu fosse com um outfit mais "clássico"...
Mas é mesmo assim vê-se de tudo por lá! E Eu sou Eu, não há cá confusões, não foram os meus gostos que mudaram para o mais clássico...

Adiante...
Entrámos, os lugares eram espectaculares! :oD

Depois do habitual reboliço das gentes a arrumarem-se nas cadeiras e cadeirões, plateias e balcões... eis que a luz se apaga e entra a OrchesTrutopica. Palmas.

Adorei. Tocaram uma peça inédita de Luis Tinoco, que " com entusiasmo e receio aceito[u] o convite da OrchesTrutopica para escrever uma peça para ser incluída no programa com a "Sagração da Primavera", e que de algum modo fizesse a aproximação à obra de Stravinsky"

E eu adorei esta estreia absoluta e encomenda da OrchesTrutopica: Before Spring - A Tribute to the Rite (2010)
Gostei particularment do facto de, a meio da peça, terem sido divididos os metais e os instrumentos de sopro, do resto da orquestra, uns para a escadaria do lado direito do Grande Auditório e outros para a escadaria do lado esquerdo, respectivamente, e bem perto de mim, ficaram os Piccolo, Oboé e Clarinete, iluminados com grandes bolas de luz e foi um festival de acústica, diferente da atitude tradicional e com uma curiosa diversidade estética!

E chegava o momento de ter uma outra luz, desta vez a incidir sobre um montinho de areia e um homem - O Sábio - que parecia fazer um aquecimento. E depois dança... movendo-se de uma forma quase primitiva, bastante atlética, fazendo posições que faziam esticar as roupas e ao mesmo tempo deixavam os olhos em suspenso, àvidos por mais.
Em surdiana disse à minha mãe: "estou mortinha que dê um pontapé na areia!"
Mas não, em vez disso, entram, um a um, homens, com grandes sacos de areia que despejam em montes iguais ao primeiro e luzes incidem sobre cada montinho. Todos dançam, livremente, às vezes sincopados, outras vezes não como se de um ritual meio caótico se tratasse. Todos elegantes, a maioria com roupagens iguais, simples, leves que deixavam transparecer ângulos inesperados do corpo.

Para mim o momento alto da peça nem é a dança da "Jovem Eleita" que dança até sucumbir, até à morte, sagrando o Deus da Primavera - papel de destaque que fora desempenhado em 1980 pelo Ballet Gulbenkian, pela própria Olga Roriz -coreógrafa desta peça que vi e saboreei com todos os sentidos - no Ballet Gulbenkian sob coreografia de Joseph Roudillo. O ponto alto para mim é sim a triunfante entrada corrida das mulheres. Todas de vestidos coloridos, como flores.
Inicia-se o verdadeiro rito ancestral. Sensual mas de uma estética pouco harmoniosa pois os bailarinos parecem sacudir-se, por vezes até violentamente. E caem (bolas, quantas vezes pensei: "aquilo é que é saber cair!") e, finalmente, o que eu esperava! O espalhar louco da areia! hehehe

Fiquei toda contente! Urgia-me ter a areia toda espalhada pelo palco! Estava ávida de ver os bailarinos todos "areados". :oD (sem que caísse areia para a orquestra! calculo que não fosse muito bom para os instrumentos)

O pó suegia e espalhava-se no ar por cima dos bailarinos perante as sacudidelas impetuosas dos corpos magros e no caso delas, do cabelo. Cheguei a pensar como é que aquelas mulheres não partiam o pescoço com tanta sacudidela agressiva das cabeças e do cabelo naquela areia, empoeirando o ar e fazendo ruídos de esforço, quase gritos, sob uma música forte e tumultuosa cheia de picos de emoção e de altos e baixos, na peça de Stravinsky interpretada pela excelência da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
A certa altura, do tecto começou a cair algo, não sei se mais areia se água. Primeiro pensei que seria mais areia, mas depois pareciam-me sprays de água.
E os pés descalços rolavam e enrolavam a areia, figurinos em esforço, danças e contra-danças que quase nos cansavam só de ver.

Bonito o espectáculo de cores proporcionado pelos vestidos das mulheres, de simples corte mas colorido, excepto o da "Eleita" que era preto.
Depois do namoro dos corpois, casais mistos e "menos mistos", um beijo solto, dança compassada e corridas frenéticas, chegara o momento da "Eleita" iniciar a dança da morte que ditaria o final do espectáculo.

Saí de lá exausta de tanto movimento e tanto sacudir de cabelos, cabeças, corpos e areia.
Mas gostei muito da coreografia da Olga Roriz. A mãe, tal como eu já imaginara, gostou mas achou aquilo tudo bastante esquisito.
Eu já tinha visto partes da mesma peça coreografada pela Pina Bausch (que já faleceu mas que conheci pessoalmente! Também no CCB, julgo que em 2003 quando fiz baby sitting para o bebé de um dos casais de bailarinos da sua companhia. Rainer Behr & Julie Shanahan do Tanztheater Wuppertal) Estes senhores das fotos aqui ao lado:

Estranho saber que esta peça de Stravinsky e coreografia de Nijinsky, na sua estreia em 1913 em Paris terá sido muito criticada e mal recebida, considerada mesmo o maior escândalo da história da música. Protestos do público, tanto à parte musical como à coreografia de Nijinsky - coreógrafo sobre quem também estudei nas aulas de Literatura & Artes, uma das minhas cadeiras preferidas na faculdade! - mas nas apresentações seguintes ligeiramente alteradas em forma de concerto, já teve uma aceitação pacífica e depois ficou muito célebre precisamente por toda a polémica em torno da peça.

Eu gostei muito!
Fez-me bem à alma que bem andava a precisar.

03 June 2010

What if...

A penguin is not a penguin?

Às vezes damos tudo ao pinguim...
...esforçamo-nos pelo pinguim, aceitamos que o pinguim erra, ficamos calados à espera que o pinguim nos esclareça sobre os seus erros, aceitamos que o pinguim AINDA não tem o poder da palavra e perdoamos e amamos o pinguim, passamos anos e anos com o pinguim, damos a mão ao pinguim, iríamos até ao fim do mundo com o pinguim, protegemos o pinguim, o pinguim protege-nos, fazemos abrigos no meio do mato com o pinguim, fugimos aos cães com o pinguim e apanhamos o susto da nossa vida, ao lusco-fusco com o pinguim, fugimos de comboio com o pinguim, bebemos vinho do porto a ouvir Nick Cave "The Lyre of Orpheus" com o pinguim, ficamos zonzos com o pinguim e... ai pinguim... :#) Ouvimos as badaladas com o pinguim...
Oferecemos ténis de Puma ao pinguim (o pinguim não tem paciência para ir às compras ou prefere que as coisas lhe sejam oferecidas), chateamos o pinguim para acabar o curso superior, chateamos o pinguim para tirar a carta de condução, mas chateamos o pinguim apenas porque gostamos muito dele e sabemos que os ténis de Puma não servem para grandes viagens para um pinguim e umas rodas de automóvel podem ser úteis! Apoiamo-nos no pinguim e o pinguim apoia-se em nós, aguentamos desafios e ouvimos desaforos pelo pinguim, enfrentamos tudo pelo pinguim, damos bilhetes para concertos ao pinguim, amamos o pinguim (ah, já tinha dito esta?), criamos hábitos com o pinguim e pelo pinguim, ficamos ao lado da sua cama quando o pinguim fica doente a desafiar dragões ou apenas febril, ensinamos tudo o que gostamos ao pinguim, partilhamos a nossa música com o pinguim, partilhamos tudo com o pinguim, amamos o pinguim (ah! já tinha dito esta não já?), choramos pelo pinguim, sofremos com silêncio do pinguim, tentamos chegar ao coração do pinguim (e até pensamos que chegamos...), vamos a casa dos pais do pinguim, o pinguim até vem até casa nos nossos pais - mas não tanto como nós à dos dele, subimos montanhas com o pinguim, "escolhendo o caminho de pedra em pedra até chegar lá cima", damos presentes ao pinguim, damos presentes à família toda do pinguim, recebemos presentes do pinguim, somos felizes com o pinguim, mostramos os nossos sítios sagrados ao pinguim, conhecemos outros sítios sagrados com o pinguim, vemos com o pinguim, outros pinguins a fazerm o que os pinguins fazem e devem fazer para ficarem juntos para a vida, mostramos ao pinguim onde gostávamos de ir na infância, às vezes zangamo-nos com o pinguim (mas é mais ou menos natural, acontece, mesmo com pinguins), passeamos com o pinguim por todo o país e até viajamos com o pinguim pela Europa fora, sonhamos fazer ovinhos de pinguim e ter pinguinzinhos do pinguim, ajudamos o pinguim a decidir, ficamos à espera do pinguim, esperamos que, devagarinho, e no seu andar dançante e meio apaixonante meio vagaroso, o pinguim dê os passos que deve dar e esperamos que o pinguim se prepare se não estiver sintonizado com os nossos tempos (convenhamos, um pinguim não é o animal mais ágil...), desesperamos com a dor do pinguim, choramos quando não entendemos o pinguim - por mais que tentemos - não percebemos o que se passa com o pinguim porque o pinguim não diz e já passaram tantos anos, mas continuamos a perdoar o pinguim, e o pinguim perdoa-nos a nós, o pinguim expressa-se mal mas até ouvimos queixas do pinguim, mas não vemos as soluções do pinguim, o verdadeiro compromisso do pinguim, sabemos que o pinguim tem medo, ficamos desorientados quando o pinguim não se usa dos poderes da comunicação entre pinguins para expressar os seus medos e todos os seus outros sentimentos, para dizer o que sente e o que quer e quase nos matamos pelo pinguim... mostramos que amamos mesmo o pinguim, oferecemos-lhe pinguins, oferecemos tudo ao pinguim...

E quando vamos ver... o pinguim não quer mais ser pinguim...?
O pinguim faz-nos maldades e faz-nos crer não ser o pinguim... o pinguim abandona-nos... mesmo dizendo que não, o pinguim abandona-nos e deixa-nos sós.
Pensamos... porque é que o pinguim diz que não nos abandonou se está tão longe, na neve, lá ao fundo.
E não há forma de lhe cantarmos que volte. Faz ouvidos moucos o pinguim.
Será que o pinguim não é mesmo o pinguim? O pinguim foge. Não quer ser pinguim. Diz, a custo, que afinal não sabe o que quer ser. Ser pinguim já não deve ter assim tanta piada.
Quer ser outra ave rara qualquer...
O pinguim... o pinguim...


“Penguins mate for life. That doesn't surprise me much because they all look alike. It's not like they're going to meet a really new, great looking penguin someday.”

"Xô... sai fora. Se enxerga aí, cara. Não sou mais seu pinguim, não, pô.
Eu qui sei o qui quero e SÊ quero e quando quero! Eu Hein!"

E pronto... muito ao jeito de um "Dirty Penguin Callahan" podia dizer-me então (se ao menos falasse ou conseguisse falar), o pinguim, na sua versão da Antárctica:

"- Eat My Spray Powdered Snow, punk."

...

01 June 2010

A dor invisível

Quem preferia levar uma carga de porrada ao invés de sentir dor emocional, levante o braço.

Eu preferia. Prefiro.

Uma fractura exposta, um braço partido, dores de dentes, uma úlcera, ficar sem um rim.
Não há curas, pensos rápidos nem medicamentos para as dores emocionais. Dizem que só o tempo.
E o que se faz até lá? E passa para sempre? Sei bem que não.

Dói mais um coração partido que uma perna partida.

Sim, sim, toda a gente sabe que são dores absolutamente diferentes, a física e a emocional, mas garanto que preferia que me batessem até esquecer que existo do que sentir o vazio provocado por uma perda.

Há profissionais para as "dores da alma" mas será suficientemente eficaz recorrer a estes?
O anti-depressivo não resulta com a rapidez de uma injecção, de um analgésico ou mesmo de uma cirurgia (incluindo a fase de recobro e recuperação!).

Dores emocionais podem durar uma vida. Um luto interminável. São feridas não expostas.

Não há 112 para o desgosto, nem um hematoma visível das dores emocionais, a cicatriz da ansiedade, o gesso para imobilizar o sofrimento, o sopro maternal para aliviar a queimadura aguda da mágoa. Tudo se passa em estados invisiveis.

Parece absurdo para todos que alguém esteja miserável quando finalmente vem o sol, quando há possibilidade de ir à praia, ir a festas, jantares ou outros eventos normalmente agradáveis.
Para quem está com tal pesar e comoção, não interessa o clima, não interessa a praia, os eventos de pouco servem. É até possível ver uma comédia com vontade de chorar, e chegar mesmo a fazê-lo...!

Os sorrisos ao longo do dia são maioritariamente forjados, estar contente não passa de um ensaio para conseguir realmente estar, porque todos dizem que devemos rir e que "alegria gera alegria", mas este lindo cliché, lamento informar, infelizmente, nem sempre funciona.

E parece também imensamente descabido dizer que alguém que leve uma grande paulada na cabeça sofrerá menos do que alguém que sofre por dentro. Pura mentira.

A possível perda de algo ou de alguém que muito se quer, sente-se como uma mutilação. É físico, é visceral.
Que pena não podermos fazer downloads de dor uns para os outros, para que por segundos possamos introduzir a pendrive na entrada USB e possam sentir por nós, com a possibilidade de partilhar os gigas de dor, ou simplesmente "remover com segurança o hardware".
Talvez assim não houvesse tendência de menosprezar e pensar que quem sofre é tolo, fraco ou simplesmente não é forte o suficiente para querer 'sair da fossa'. Querer, queremos sempre, mas o afamado, o mal-fadado, aquele infame que nos faz esperar, o que nos faz desesperar... o indelicado, o despropositado, o desagradável e temível "Tempo", demora mais a passar do que, imaginemos, o Manoel de Oliveira demoraria a pisar a meta da meia maratona de Oeiras.

Minutos são anos, segundos são meses.

Quando era miúda o meu irmão adorava torcer-me o braço atrás das costas nas brincadeiras parvas dele. Pareciam dores terríveis mas preferia pedir ao mano para me torcer os braços durante horas do que sentir desalento no espírito.

Nota: Quadro original: 'The Scream' pelo Expressionista Norueguês Edvard Munch... (não sei o que fizeram ao senhor mas parece pouco feliz...) os outros são duas parvoíces... o Homer Simpson e o Telly da Rua Sésamo na mesma posição do quadro.