31 May 2010

Prince of Persia

Depois de um Sábado a sentir-me útil ajudando no Banco Alimentar contra a Fome, um agradável convite surge para Domingo.
Cinema com a rapaziada! Weeeee!
Prince of Persia com um dos preferidos, sendo que é bem natural, "dadas aqui as mudanças interiores", que aquela lista já precise de um update, ainda assim, o Jake Gyllenhaal continua a estar na lista dos favoritos.
Em excelente forma, o actor consegue captar a nossa atenção (pelo menos a minha captou completamente!) percorrendo todas as aventuras tal qual o verdadeiro Prince of Persia dos jogos que jogávamos em criança e que muito mudaram até hoje, tanto na evolução dos argumentos, versões, sequelas, como também em complexidade e claro, no grafismo.
Obviamente que há muita ficção e ficamos sem perceber como é que com tanto "Parkour" e tanta "art of movement" por aquelas paredes e telhados, muros e rochas acima e abaixo, enquanto ainda consegue fazer dodge às setas e lanças e a mais um sem número de objectos hostis, o nosso Dastan não parte as perninhas e escapa tantas vezes sem ficar todo rasgado e todo partido.

Ainda assim encheu-me as medidas, divertiu-me, distraiu-me, afastou-me das minhas constantes ansiedades e empolgou-me, fez-me vivê-lo (que o diga a L que ficou ao meu lado e bem me viu muito inquieta como se estivesse a viver aquilo tudo dentro do écran).
Confesso que estava à espera de pior mas afinal não! Gostei do filme! Mesmo daquela parte das cobras... e mais não posso dizer.

Inspirador foi o pequeno diálogo entre os principes:

Princess Tamina: That's impossible.
Prince Dastan: Difficult, not impossible.

Deu-me um baquezinho quando este "difficult, not impossible" ecoou nos meus ouvidos e quando confirmei nas legendas. Vou tentar guardar esta pequena frase num cristalzinho tal qual o da célebre adaga, carinhosa e bem profundamente na minha mente e no meu coração... para me continuar a dar força em todos os obstáculos.

E não me lembro na totalidade daquelas frases no final, escritas na areia do deserto... era mais que isto mas o sentido era qualquer coisa como:
"Some souls are destined to be together
through bonds that last beyond a life time"
E havia outra frase que não me recordo, só me vem à cabeça que tinha palavras tipo "através das eras".
Oh well. Estes memorable quotes já custam a ficar na cabeça e não saquei do moleskine por preguiça! :op (se alguém for ver, que decore! Para me dizer!)

30 May 2010

One more smile does the maker make, Because he knows I'm sad



One more chain I break
To get me closer to you
One more chain does the maker make
To keep me from bustin' through

One more notch I scratch
To keep me thinkin' of you
One more notch does the maker make
Upon my face so blue

Get along, little doggies
Get along, little doggies

One more smile I fake
And try my best to be glad
One more smile does the maker make
Because he knows I'm sad

Oh Lord, how I know
Oh Lord, how I see
That only can the maker make
A happy man of me

Get along little doggies
Get along little doggies
Get along

Esperas que matam são para esquecer

Tudo bem...

Cresci muito. Feliz ou infelizmente estas coisas vão doendo cada vez menos.
Estamos em "quiet period". Há que esperar... e esperar... até que seja possível falar.

Entretanto acho que a minha mãezinha vai gostar de ser a substituta. Já a tinha convidado de qualquer forma.

Conheço bem demais os meandros daquela cabeça. Sabia que apesar de esperar e de ter alguma esperança numa resposta, a verdade é que deep down sabia bem que não iria responder.

Falta de respeito?
Talvez.
Mas tudo bem.

I don't really think I will give it up easy. Not this way, not like this, I won't.


28 May 2010

há esperas que matam, outras que fazem cócegas

A de hoje, comparada com outras - que nem posso pensar, muito menos revelar, apenas pensar nela(s) no meu íntimo - faz-me cócegas.
Hoje faz-me daquelas cócegas que a certa altura já são tão exageradas que começam a arranhar e a doer...

Mas o que é que eu vou fazer?

Esperar.

Espero.

Espero.

e continuo a Esperar.

27 May 2010

My momma always said

"Life was like a box of chocolates. You never know what you're gonna get."

Que raio de chocolates bichados que me têm saído. Booooooolas! Não há coração nem corpo que aguente isto!

Matthieu Ricard no meu longo post :o)

[aviso aos dois ou três que ainda por aqui passam, o post é longo! Sobre a Felicidade, mas Loooongo :o)]

O convite foi estranho, apesar de, confesso, esperar mais um convite estranho num qualquer dia de tempo inconstante [hehehe o que nestes dias não é nada raro - mas como eu tenho a pretensão de que o meu estado de espírito é o que controla este clima... o verão vai ser ameno e não com fervor como no ano passado (do qual mal me lembro a partir de Abril até Outubro... mas que sei ter sido quente quase desde Fevereiro) - a mim tanto me dá. Gosto de chuva e de sol, come what may, aceito o que vier sem grandes dramas.]

Ora, falava eu do convite que me fez rir, a princípio... uma palestra na Aula Magna... Não se entenda mal, gosto muito da Aula Magna e tive por lá tempos muito felizes... tanto quando cantava com os Onda Choc (hehahahaha) naquele palco em festas de Natal (mas isso dava para outro post, noutros Carnavais!), como enquanto estudante da Faculdade de Letras, assistia a colóquios, palestras e até a um festival de Tunas. Ah! E que boa recordação, ver Lamb sentadinha no palco...! E Muse nas cadeiras Doutorais na linha da frente onde rebentaram os balões gigantes com confettis brilhantes lá dentro! Foi um espectáculo bonito para os olhos.

Ora... "Neurociência e Felicidade" - Por um monge budista considerado através de meticulosos testes neurológicos, o homem mais feliz do mundo. Investiguei e acabei por achar, que dadas as circunstâncias da minha vida presente, seria positivo ir, fosse como fosse. E lá fui.

O monge era amoroso, a sua língua materna é o Francês mas acabou por falar em Inglês com uma irritante tradução simultânea por outro tipo em Português o que quebrou um pouco o ritmo da coisa - mas tudo bem, a presença do Sr. Monge era apaziguadora e tranquilizante o suficiente :o).

E falou bastante durante aquelas duas horas, e tinha um humor extraordinário (que, na tradução do senhor monocórdico, se perdia completamente - daí eu sempre dizer ao longo da faculdade que as traduções assassinam um pouco o que é originalmente escrito noutra língua... mas há que haver tradução... senão como teria eu lido o "Diário de Anne Frank" originalmente escrito em Holandês??)
Falou sobre como todos somos subjugados por sentimentos de sofrimento, tristeza, não por identificação moral do que sabemos ser errado, mas sim porque se sentem e nos fazem experienciar o sofrimento. Matthieu explicou como a meditação poderá ajudar a atenuar estes sentimentos, saber como os refrear, como a meditação ajuda a entrar em estados mentais positivos, de florescimento interior e profundos sentimentos de auto-confiança.

Se dedicarmos algum tempo a pensar na questão, todos os sentimentos "maus" têm uma boa função a si associada:
A Ira ajuda-nos a afastar os inimigos e a protegermo-nos;
O desejo por algo que não se tem, ajuda-nos a procurar obter o que queremos e ajuda-nos a reproduzir (como humanos);
O ciúme ajuda-nos a querer sentir mais coesão com o outro, e por aí fora.

No entanto, se estamos muito tempo constrangidos por sentimentos maus, como ciúme, ansiedade, o domínio pelo medo, obsessão com a antecipação e repensar do futuro, bem como o repensar do passado, seremos dominados pelas "toxinas da infelicidade".
Assim sendo... passamos fazer parte intrínseca do problema.
A solução será filtrar o que nos faz sentir mal, fazendo com que esse estado não fique parte de nós.
Como por exemplo as vestes vermelhas do monge, se manchadas por uma grande nódoa, poderiam ficar estragadas e ser necessário pô-las de parte ou destruí-las. Mas se optarmos pelo lado positivo, poderiamos apenas esfregar a nódoa, que continuaria a fazer parte das vestes, mas não seria parte intrínseca e destruição das mesmas.
Ou da mesma forma como (e aqui pegou num copo de água) podemos adicionar um remédio à água e torná-la uma componente curativa, ou adicionar cianeto e esta passar a ser mortal... Há sempre uma hipótese mais positiva que nos torna o problema menos "intrínseco" e parte de nós, de filtrar e destilar a água. "Água é sempre água"

O importante nisto tudo, é a consciência, a qual no humano é comum a todos os pensamentos: estamos geralmente conscientes de tudo o que vivemos, sentimos - se estamos tristes, sabemos que estamos em estados de tristeza - e é aí que entra a "qualidade luminosa" (ou da qualidade da luz... em termos budistas)

Sem a luz nada vemos, a luz ajuda a percepcionar mas não se altera a sí própria. A luz revela e não se modifica.
Se fazemos incidir luz num monte de lixo, a luz nao se transforma em lixeira, permanece simplesmente a mesma, apenas revelante. Se a luz iluminar ouro, não se torna a ela mesma em riqueza.

Assim sendo, segundo Matthieu, esta é uma faculdade da mente.
A mesma coisa se passa com um espelho. Um espelho pode reflectir infinitas vezes imagens e não se altera a si mesmo, não se gasta apenas por reflectir.
Conclusão, a mente pode ter qualidades luminosas como as da luz e não tem que se gastar se assim escolhermos.

Quando algo na vida nos traz conteúdos, moldados ao longo da vida, alterados, são esses que condicionam os nossos estados de espírito e que formam a nossa personalidade, aquilo que somos.
Para alterar isso, caso o queiramos, é necessário "inverter o processo". Obviamente uma inversão destas não acontece por magia, como tudo, apenas com treino.
Tendo por exemplo uma folha ou um papiro que esteve enrolado durante muito tempo, quando desenrolado, muito rapidamente voltará a enrolar-se e a tomar a forma a que está habutuado... mas se, pacientemente passarmos várias vezes as mãos por ele, conseguiremos endireitá-lo.
Por isso mesmo devemos estar atentos aos momentos mentais. Se as coisas são demasiado fáceis, rápidas e baratas, poderá ser um sinal de que nada estará a acontecer.
Ninguém adquire o conhecimento de nada sem tempo, qualquer ofício precisa de tempo. Coisas simples como aprender a tocar piano levam algum tempo e acima de tudo, exigem treino e método.

Treinar a mente para expulsar as coisas más não é algo que aconteça de um dia para o outro. É preciso treinar e muito. Diz-se no Budismo que há 84 mil métodos de meditação (hehehe!). Há tantos métodos como há estados de mente nos seres sencientes...

Há assim, muitas formas de treinar a mente. Uma delas é meditando sobre os opostos.
Sabemos que o fogo é o oposto da água, que o frio é o oposto do calor, que o amor é o oposto do ódio. Há incompatibilidades reconhecíveis. Assim sendo podemos e temos a capacidade de focar nas características benevolentes, cultivar os estados positivos dos "opostos".

Num mesmo instante não é possível sentir opostos, (aqui discordei um pouco... quantas vezes já ri e chorei ao mesmo tempo...mas o monge disse que:) quando estendemos a mão para praticar um acto bom, não estaremos a praticar um acto mau. (aqui pensei que o tipo deve ter passado tempo demais em "eremitação" e não conhece este mundo como ele o é realmente... mas não temos que concordar com tudo!)

Meditar não é mais do que cultivar, familiarizar a mente aos antídotos da benevolência. Não deixar entrar ou optar por expelir as toxinas negativas da mente.

O amor incondicional que podemos sentir por alguém ou por momentos, pode ser preservado. Esse é um método de meditação: a neuroplasticidade mental. Manter em mente um sentimento de felicidade e mesmo que este estado passe, preservá-lo por mais tempo na nossa mente.

Um outro método é não nos deixarmos identificar com o que sentimos de negativo...
Quando tudo o que nos preenche são pensamentos negativos e sentimos que não há espaço para mais nada, teremos, como fora dito antes, consciência dessa mesma ansiedade, assim sendo, há um momento em que podemos, ao invés de focar na ansiedade, focar na consciência que temos desse estado. Acabando por haver em nós espaço para dois elementos, a ansiedade mas também a consciência dessa mesma ansiedade.
Se escolhermos focar na consciência a emoção altera-se lentamente. Tal como o sol lentamente derrete o orvalho todas as manhãs.
Desenraízar a e controlar a tendência que a emoção má tem para emergir.

A Felicidade é algo de muito frágil. Vai e vem. E mesmo nós como humanos nos cansamos da Felicidade.
Se gostamos muito de uma música podemos ouvi-la, 4, 5, 6...10 vezes, mas não nos iríamos sentir felizes se estivessemos 48 horas a ouvir sempre a mesma coisa.
O podemos adorar comer chocolate e a sensação de comer uma barra pode saciar-nos, mas nunca iriamos comer 50!

Para cultivar qualidades mentais é preciso ser-se e estar-se qualificado (passo a expressão!) caso contrário estaremos sempre vulneráveis a sentimentos e estados de mente menos positivos.

A Felicidade poderá ser vista como um modo de ser, através da qualidade da mente. Se escolhermos juntar o "amor altruísta" e a liberdade interior, se através da mente conseguirmos fazê-las crescer juntas, ajudaremos a impregnar todos os nossos estados mentais com qualidades e não com vulnerabilidades.

De resto será sempre necessário ter cuidado por existe uma forma de Felicidade que é muito egocêntrica, pouco altruísta, apenas a pensar no "Eu". Este tipo de Felicidade poderá trazer algo de bom a apenas uma pessoa e causar desconforto nos outros. Neste tipo de felicidade centrada no egoísmo, dá-se como que a criação de uma bolha de ego e de negativismo, de disfunção, obsessão, que geralmente acaba mal, conduz ao falhanço e a uma espécie de destruição.
Ao passo que a Felicidade baseada no amor altruísta (que é considerado pelo Budismo, o mais positivo de todos os estados de mente), então o que estaremos a cultivar será amor a par com a paz que nos traz estar bem com os outros. Estaremos assim a par com a nossa Felicidade, cultivando-a mais e mais.

Passámos à Neurociência e o Monge passou uma série de slides que nos mostrou através de meticulosos testes em pessoas que não meditam versus pessoas que meditam, como uns e outros apresentam dados e valores impressionantes nas suas diferenças, quer a nível de stress, de conduções de saúde, pressão arterial, capacidades auto-curativas ou menores propensões a doenças cardio vasculares ou outras doenças consideradas incuráveis.

Deu-se espaço para as perguntas e um jovem mais atrevido propôs que Matthieu aproveitasse a energia de tanta gente para tornar a meditação mais poderosa, fazendo um pequeno exercício de "iniciação à meditação".
Matthieu riu muito, mas assentiu.

Pediu-nos que nos sentássemos numa posição equilibrada e confortável e para começarmos a tentar focar a nossa atenção num objecto imaginário, escolheu um pedaço de pão. Deviámos imagina o pão a aproximar-se do nosso nariz e a afastar-se, aprocimar-se a e afastar. Devíamos focar nisso. Se a nossa mente se afastasse, o que seria natural, voltarmos a tentar focar.
Fizemos este exercicío durante minuto e meio, sensivelmente. Algumas pessoas riam, mas acabaram por entrar no "jogo".
O exercício seguinte era nada mais do que fazer perdurar na mente um sentimento bom. Daqueles que acontecem e passam... mas ao invés de o deixar apenas passar, mantê-lo "congelado", ou em repetição, perdurando na mente.
O exemplo que deu foi pensarmos numa criança, alguém puro. Uma criança a quem desejássemos apenas e só o bem, o carinho, a vontade de abraçar e amar, um sorriso dessa criança... e fazer perdurar esse sorriso durante o resto do tempo do exercicío.

A sessão acabou.

Agradeci ao gentleman que me convidou e fiquei muito sorridente pois percebi que nesse dia, não sabendo que iria acabar a noite naquela palestra, o facto de ter insistido em dar boleia à Mana Carla e ao pequeno Tiago até à escolinha, não fora por mero acaso.
Aquele sorriso e a pequena mãozinha a dizerem-me adeus quando passou pela janela do carro e enquanto caminhava para a escola, fizeram-me ganhar o dia.
Foi o exercicío mais fácil!
Pelo teu sorriso e por seres tão fofinho, obrigada Tiaguinho. :o)

25 May 2010

Uncle Larry e a sua querida empresa no Iron Man 2

Não é preciso ser-se um mega génio para perceber que houve "dedinho" da Oracle no filme Iron Man 2. Há referências ao Cloud Computing (passo a publicidade hehehe), o "Uncle Larry" aparece e fala da Oracle no seu encontro de passagem com Stark, há referências quando os tipos andam lá aceder lá a qualquer coisa no "sistema" do não sei quantas (high tech stuff blá blá blá) e uma última referência quando o edifício "principal" onde se passa a acção final tem o mega logo da Oracle, parecido com o que temos aqui em Porto Salvo virado para a A5, no filme era arredondado (já que o edifício também o é), e claro, percebe-se bem mas aparece filmado de lado.

Assim sendo, tive(mos) uma sessão privada de Iron Man 2 para os clientes e eu aproveitei e vi também. Com os preços a que as coisas andam a aumentar, nunca é demais aproveitar estas iniciativas hehe
Sempre gostei muito do Robert Downey Jr., e ainda bem que se safou daquela incursão pela droga, prisões, reabilitações e etc. quando ainda era um pitufo mas lá se recompôs e voltou a "nós" para participações em grandes filmes que comprovam o seu talento. (Assim mais recentemente tivemos, por exemplo, o Sherlock Holmes.)

Aqui fica o poster que vejo aqui pela "mobília" todo o santo dia :op

24 May 2010

Clash of the Titans

It was fun :o)
Épico... homens corajosos, uma história muito antiga. Gostei, principalmente de vos ver a todos de óculos à "Woody Allen"
Obrigada pelo convite. Conto com os próximos, ok?
Thanks!

23 May 2010

A silence, this silence I can't bear.

Silêncio

Assim
pouco a pouco
escolhi
O presente silêncio

Silêncio
tão pouco querido
oh, derradeiro momento

Silêncio
Momento
Silêncio

Não se ouve puto... mas ao menos dá para ver a lindíssima paisagem açoreana.

e já agora....


Adeus
Adeus, dissemos
E nada mais de então ficou
De asas quebradas
Foi a ave branca que voou
Voa lá alto, que eu morro, bem sei, sem voltar
Cantem as aves do monte qu'eu fui ver o mar.. .

Ai,
Não sei de mim;
Ai,
Não sinto nada..
Ai,
E nem,
Voltei.

Se a razão anda perdida fala o silêncio por nós...





O Vento gritava à noite:
Vai-te embora que loucura!
Pois já não quem se afoite
No teu manto de negrura

O Vento gritava à luz
Vai antes p'ró meu jardim!
As sombras na minha rua
andam chorando por mim

O vento gritava ao sol
Deixa a noite vaguear!
Ao canto do rouxinol
Abraçada ao luar

O Venta gritava à viva:
Nao ouças a minha voz!
Se a razão anda perdida
Fala o silêncio por nós

O Vento gritava à noite:
Vai-te embora que loucura
Pois já não há quem se afoite
No teu manto de negrura

O Vento gritava à luz:
Vai antes p'ró meu jardim!
As sombras na minha rua
ndam chorando por mim

O Venta gritava à viva
Nao ouças a minha voz!
Se a razão anda perdida
Fala o silêncio por nós

12 May 2010

A questão de Deus

Nada mais oportuno com a visita do Papa... apesar da palestra já ter sido há cerca de 2 meses... na minha opinião vale a pena ver. :o)


Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (1) from Pastoral da Cultura on Vimeo.



Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (2) from Pastoral da Cultura on Vimeo.



Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (3) from Pastoral da Cultura on Vimeo.

11 May 2010

My head’s been spinning round and round



I’m wandering
I’m crawling
I’m two steps away from falling
Just can’t seem to get around

I’m heavy
I’m weary
Not thinking clearly
I just can’t seem to find solid ground
Since you’ve been around

I’m running
I’m hiding
But you’ll never find me
Cuz I’ve always felt lost in a crowd

I’m sinking
I’m drowning
I’m so afraid of losing
My head’s been spinning round and round
Since you’ve been around

I’m foolish and crazy
I just think that maybe I gotta things to figure out
I’m winning
I’m losing
I’m afraid of never choosing this heart of mine, so beaten down
Before you came around

10 May 2010

Ahh! Até que enfim algo me faz rir!

"Novo filme transforma Beatles em zombies

Os Beatles vão ser transformados em zombies num novo filme de Alan Goldsher.

A obra foi adaptada a partir de «Paul Is Undead» e conta uma história alternativa do grupo. Basicamente, John Lennon mata e ressuscita os três companheiros, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Starr, antes de ser perseguido por um outro zombie, Mick Jagger. A banda também é retratada a comer o cérebro dos fãs e a combater com uma ninja Yoko Ono.

A produção é da responsabilidade da Double Features que nos próximos meses vai abordar potenciais estúdios interessados e os Beatles sobreviventes para avaliar a ideia."

09 May 2010

another song you wrote 4 another girl




Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same.

Falling from view
Did you ever touch me,
Floating through your potpourri?
I thought I felt your fingers once
After waiting all these months

But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote, for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me

But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I've

Fallen for you,
Pointless trying to be a man
Boy, you don't know if you can
I thought I knew you well enough
But your walls are still too tough

But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote, for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me

But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I

Thought about you all the time,
Walking round, the Guggenheim.
Like a rhyme, in my mind,
There you are, in my car,
But we don't drive very far.
To the beach, out of reach
Next to me... my fantasy

Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same.

07 May 2010

"ouch" ...porque quase já adivinho... actions talk ya know?

Pena a versão oficial do clip não dar para fazer "embed"... é tão gira com aqueles polaroids todos... para ver aqui



Help, I have done it again
I have been here many times before
I hurt myself again today
And, the worst part is there's no-one else to blame

Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
and needy
Warm me up
And breathe me

Ouch

I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found,
Yeah I think that I might break
Lost myself again and I feel unsafe

Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
and needy
Warm me up
And breathe me

06 May 2010

lullaby - sleep tight




Send a wish upon a star
Do the work and you'll go far
Send a wish upon a star
Make a map and there you are

Send a hope upon a wave
A dying wish before the grave
Send a hope upon a wave
For all this souls you failed to save

And you stood tall
Now you will fall
Don't break the spell
Of a life spent trying to do well
And you stood tall
Now you will fall
Don't break the spell
Of a life spent trying to do well

Send a question in the wind
It's hard to know where to begin
So send the question in the wind
And give an answer to a friend

Place your past into a book
Put in everything you ever took
Place your past into a book
Burn the pages let them cook

And you stood tall
Now you will fall
Don't break the spell
Of a life spent trying to do well
And you stood tall
Now you will fall
Don't break the spell
Of a life spent trying to do well

[Repeat chorus]

Send a wish upon a star
Send a wish upon a star

a luz que ofusca terei que ser eu a conseguir tapá-la, ou simplesmente vou adaptar-me a ela? Quando?

O Guerreiro da Luz está agora a despertar do seu sono.

Ele pensa: "não sei lidar com esta luz, que me faz crescer". A luz, entretanto, não desaparece.

O Guerreiro pensa: "serão necessárias mudanças que eu não tenho vontade de fazer".

A luz continua - porque a vontade é uma palavra cheia de truques.

Então, os olhos e o coração do Guerreiro começam a acostumar-se à luz. Ela já não o assusta e ele passa a aceitar a sua Lenda, mesmo que isso signifique correr riscos.


O Guerreiro esteve a dormir por muito tempo. É natural que vá despertando aos poucos.

o mal que não me larga tenho que o largar eu?

Às vezes, o mal persegue o Guerreiro da Luz; então com tranquilidade, ele convida-o para a sua tenda.

Ele pergunta ao mal: "queres ferir-me, ou queres usar-me para ferir os outros?"

O mal finge não ouvir. Diz que conhece as trevas da alma do Guerreiro. Toca em feridas não cicatrizadas, e clama vingança. Lembra que conhece algumas armadilhas e venenos subtis, que o ajudarão a destruir os seus inimigos.

O Guerreiro da Luz escuta. Se o mal se distrai, ele faz com que ele retome a conversa, e pede detalhes de todos os seus projectos.

Depois de ouvir tudo, levanta-se e vai-se embora. O mal falou tanto, está tão cansado e tão vazio, que não conseguirá acompanhá-lo.

01 May 2010

Só gostava de viver dentro do Arco-Iris



'Somewhere Over the Rainbow' - Rufus Wainwright

Somewhere over the rainbow
Way up high,
There's a land that I heard of
Once in a lullaby.

Somewhere over the rainbow
Skies are blue,
And the dreams that you dare to dream
Really do come true.


Someday I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far
Behind me.
Where troubles... melt like lemon drops
Away above the chimney tops
That's where you'll find me.


Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly.
Birds fly over the rainbow.
Why then, oh why can't I?


If happy little bluebirds fly
Beyond the rainbow
Why, oh why can't I?"

29 April 2010

all is full of...




"you'll be given love
you'll be taken care of
you'll be given love
you have to trust it

maybe not from the sources
you have poured yours
maybe not from the directions
you are staring at

trust your head around
it's all around you
all is full of love
all around you

all is full of love
you just aint receiving
all is full of love
your phone is off the hook
all is full of love
your doors are all shut
all is full of love!

all is full of love
all is full of love
all is full of love
all is full of love
all is full of love"

27 April 2010

as far as the eye can see


Em resumo: Aquilo que não vemos pode não nos afectar e podemos crer que nem faz parte da nossa realidade. Está lá... mas ao mesmo tempo é como se não estivesse.
Bah... balelas.
Ainda acredito que o que não vemos ainda nos pode magoar. Basta saber que existe e que pode estar lá e a acontecer.

26 April 2010

Um Sonho Possível

E agora já sei porque é que a Sandra Bullock ganhou o Óscar.
:o)

E era TÃO bom... poder fechar os olhos, contar até três, abrir de novo os olhinhos e o mundo estar bonito e nada de mau se ter passado.



(SNAP! Estalar de dedos...!)
E acordei... !
Mas é bom sonhar acordada. :o\

23 April 2010

Os 30

30 anoooooooos!

Granda cena! Saí dos intes e entrei nos intas! E...

... não sinto nada de diferente! :o)

Ou talvez até sinta...
Na altura dos meus anos tenho mais vontade de fazer resoluções e tomar decisões importantes do que, tal como a maioria das pessoas, resolve fazer no virar do ano cívil.
Acreditam mesmo que o seu mundo vai mudar e que a atitude vai ser outra para biliões de pessoas.
Cada um tem o seu ritmo e o meu tempo de reflexão tem mais a ver com o dia em que nasci do que com o dia em que o ano muda. O ano civil muda para todos... o meu dia é mais só meu (e das pessoas que nasceram no mesmo dia, claro, duh).

Não sou portanto adepta do "Ano Novo, Vida Nova", sou mais adepta de repensar as asneiras (ou coisas boas) que fazemos naquele ano da nossa vida, repensar os erros para não repetir (ou as coisas boas para tornar a visitar) no próximo. Os meus 29... Christ, podia escrever o livro do "What not to do". Bom, talvez não tenha sido assim tão mau, estou aqui e pronta para mais!
Mas foram uns 29 impactantes, intensos e cresci mais no último ano do que nos últimos... 4 ou 5?
E agora os 30...! Todos dizem que são os melhores...
Pode ser a nostalgia de nunca mais poderem voltar atrás e fazer coisas que não fizeram quando era tempo... (também tenho algumas dessas mas nem sequer posso dizer que a culpa é inteiramente minha... até porque não é mesmo)... ou então não sei porque o dizem. Talvez por ser supostamente a fase em que somos mais autónomos.
Julgo que quem vive a vida aceitando-a como é, não tem que lamentar o facto de estar a envelhecer.
Cada dia que passa é mais um para o envelhecimento, mas isso não é novidade nenhuma e é assim com todos.

Então, agora mesmo que nesta hora (13:45, hora do meu nascimento) faço os 30, vou recorrer de novo ao "meu amigo" Paulo Coelho, nomeadamente ao Guerreiro da Luz, para de forma subtil e para mim, libertadora, dar a razão de uma das minhas resoluções.
Uma das mais difíceis porque se trata do desprendimento efectivo, o desapego, a renúncia, libertação, o desatar dos nós, o desenlace, o soltar... de algo que faz parte de mim há muitos, muitos anos (e por isso continuará a fazer, ainda que, espero eu, muito à distância ou a uma distãncia a que se gosta de chamar "saudável").
Mesmo ligações profundas por vezes nos falham e quantas vezes por "pequenos pormenores" ou falhas. E pior... tenho que admitir que antes também eu errei. E muito. E o meu erro como tantos outos cometem, foi "não fazer nada".
Agora entendo bem melhor quando se diz que nos arrependemos mais do que não fazemos.

Ainda assim, perdoo demais e perdooei mais desta vez, no entanto esquecer é difícil quando a falha vem de alguém de quem não a esperávamos, é quase impossível. Assim sendo aqui fica o ensinamento sobre os "por(maiores)" aos quais por vezes temos que nos agarrar para aprender a lição e seguir em frente:

"O Guerreiro da Luz presta atenção às pequenas coisas, porque elas podem perturbar muito.

Um espinho, por menor que seja, faz o viajante interromper o seu passo. Uma pequena e invisível célula pode destruir um organismo sadio. A lembrança de um instante de medo no passado faz a cobardia voltar a cada nova manhã. Uma fracção de segundo abre guarda para o golpe fatal do inimigo.

O Guerreiro está atento às pequenas coisas. Às vezes é duro consigo mesmo, mas prefere agir dessa maneira.

'O diabo mora nos detalhes', diz um velho provérbio da Tradição."

Nada, nenhuma dor podemos sentir pelo(s) outro(s).
Disse-me há dias a minha mãe que "Há duas coisas que não têm peso nem medida em nenhum lugar da Terra: o Amor e a Dor".

Há falhas que por muito que tentemos entender tal qual aqueles que não a vêem como tal (por estarem extasiados ou distraídos naquele momento), não conseguimos. A dor (uma das duas coisas que não têm peso nem medida) não passa logo assim. Vamos querendo encontrar porquês, e vamos continuar a ver ali a falha, como quebra, como omissão, como erro, como mágoa e é tão transparente aos nossos olhos e possivelmente, por mais que o expliquemos, tão inexistente, insignificante e ignorável aos olhos do outro.
Por isso nos espezinhamos tantas vezes "sem querer" uns aos outros.

Poucas coisas para mim são imperdoáveis e perdooei tudo. Mas é a estas falhas que me agarro, que tenho que me agarrar porque, posso já ter feito muitas asneiras (chama-se tamnbém a isso, para nós, humanos - VIVER) mas há coisas que arrisco dizer que nunca faria, principalmente a quem amo ou amei.

E tenho que deixar mais um Guerreiro da Luz, prometendo que tento calar-me com ele durante uns tempos.

"Os amigos do Guerreiro da Luz perguntam de onde vem a sua energia. Ele diz: "do inimigo oculto".

Os amigos perguntam: "Quem é?"

O Guerreiro responde: "Alguém que não podemos ferir"

Pode ser um menino que o derrotou numa briga de infância, a namorada que o deixou aos onze anos, o professor que lhe chamava burro.
Quando está cansado, o Guerreiro lembra-se que ainda não viu a sua coragem.

Não pensa em vingança, porque o inimigo oculto já não faz parte da sua história. Pensa apenas em melhorar a sua habillidade, para que os seus feitos corram mundo e cheguem aos ouvidos de quem o magoou no passado.

A dor de ontem é a força do Guerreiro da Luz."

Aos 30 já aprendi muita coisa. Sei de muita gente que com mais idade não sabe nem metade... mas também nem precisa. Ignorance is bliss... sempre ouvi dizer. Hei-de aprender muito mais durante os próximos 30. No entanto há erros que não quero repetir e coisas que não permitirei que me voltem a fazer, não me vou "pôr a jeito", não posso... for as long as I live.

Venham os próximos 30! :o)

22 April 2010

Crónica do RAP hoje na Visão

(Digam o que disserem, a mim ainda me faz rir...)


Eis o flagelo do Eyjafjalla
Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador?
3:45 Quinta-feira, 22 de Abr de 2010

Que reflexão merece a erupção do vulcão Eyjafjalla, situado em Eyjafjallajokull? Primeiro, uma constatação linguística: aquilo que, para nós, é escrever letras à balda no teclado, para os islandeses é toponímia. Eyjafjallajokull é o tipo de palavra que aparece se eu fechar os olhos e carregar aleatoriamente em teclas. Na Islândia, é um sítio. Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador? Não sei, e a comunicação social parece mais interessada em seguir o rasto às nuvens de cinza do que em falar das questões que verdadeiramente interessam, como esta.

Outro problema importante é o de investigar o modo como um amante da natureza deve olhar para o vulcão. Não faz especial sentido que uma pessoa que sofre pela extinção do lince da Malcata se alegre com a extinção do Eyjafjalla. Não é verdade que o Eyjafjalla é tão natural como o lince? Um vulcão é uma espécie de borbulha do planeta. Desenvolve-se e fermenta silenciosamente até esguichar um doloroso pus (espero não estar a ser demasiado técnico). Mas faz parte da natureza como um carvalho ou um golfinho. A única diferença é que os vulcões estão para a natureza como os convidados bêbados estão para uma festa. O anfitrião, como o amante da natureza, quer ter a mesma gentileza para com todos os convidados, mas há um que entorna coisas e apalpa senhoras. É o vulcão. Por isso, querendo ou não, todos nós sabemos, no íntimo, que há natureza de primeira e natureza de segunda: uma que deve ser protegida e apreciada e outra que é simplesmente desagradável. No entanto, por vezes cometem-se injustiças - e eu estou particularmente atento ao facto de, na natureza, haver filhos e enteados. É uma observação que faço amiúde na qualidade de amante da natureza mas, principalmente, na de apreciador de caracóis. Muitas vezes estou a desfrutar de um pires de caracóis e percebo o olhar de repugnância que alguém me dirige. E, quase sempre, não tem a ver com o barulho repenicado que faço a tirar o bicho da casca, mas simplesmente com o facto de eu estar a comer caracóis. O mais interessante é que, na esmagadora maioria dos casos, quem me censura por comer caracóis bebe leite e come ovos. O leite, recordo, é uma gosma produzida no interior de uma vaca, e os ovos são - não há como negá-lo - a menstruação da galinha. É impressionante a hipocrisia destes moralistas da nutrição. Mas, ultrapassada esta lógica e inevitável digressão pelo tema dos caracóis, voltemos à questão do vulcão.

Se há pensamento que deve alegrar-nos, nesta altura, é este: Portugal foi poupado aos mais violentos fenómenos naturais. Não somos arrasados por tornados, nem devastados por tsunamis. Não temos vulcões que nos aflijam nem avalanchas que nos soterrem. A natureza não tem culpa nenhuma de que Portugal esteja como está. É certo que, volta e meia, aparecem umas chuvas mais abundantes e, lá de longe em longe, um terramoto. Mas em geral o nosso clima é ameno e simpático, por muito que a comunicação social se esforce para descobrir desastres naturais em qualquer rabanada de vento. Ainda na semana passada, a fazer fé nos jornais, houve um minitufão no Algarve e outro em Lisboa. Na impossibilidade de sermos visitados por tufões, temos minitufões. Note-se que a expressão "minitufão" nem sequer faz sentido. Não há, por exemplo, microgigantes. Um minitufão é, na verdade, um tufinho. Na semana passada Portugal foi, portanto, assolado por dois tufinhos. Não é especialmente assustador.

Ah!!! Brincamos ou quê!?

Depois de uns 5 emails...:

Exma. Sra. Ana Afonso,

No seguimento do seu contacto, verificámos que de facto estava a ser taxada pelas sms para outros clientes Vodafone pelo que encaminhámos a situação para o departamento responsável ficando registada com a referência XXXXXXXX de forma a ficar regularizada.

Efectuámos também um crédito no valor de 10 Eur de forma a minimizar os gastos que teve no envio de sms.

__________________

Estou mesmo diferente e mais reinvindicativa... há uns meses atrás... comia e calava...
Agora... já sei dizer "Não" :oD

Não é lindo poder escrever isto a um dia de fazer 30 aninhos?

20 April 2010

Ahhh... se a vaidade matasse...

Nunca fui muito vaidosa.
E até fiz umas coisinhas como modelo e tal. Mas sou criticada e até alcunhas me criaram por causa deste meu "desleixo cuidado", e por não tirar proveito do "potencial", blá, blá, blá.
Mas eu sinto-me bem como sou. Até à data não senti nem sinto que precise de grandes "engalanamentos", "engalananços", whatever!
Então desta vez perdi a cabeça com o parzinho de Melissas com cheirinho a borrachinha daquelas que coleccionávamos na primária!! :o)

E cá está um resultado em visão panorâmica de 3 pézinhos lindos - o da Soul Sister, o da menina aqui e o do Just Rubbish Boy :op
Que três pézinhos amorosos! :oD



.

15 April 2010

O prof. de Matemática

Esta noite sonhei que o Pedro Passos Coelho era meu professor de matemática e me convidou para jantar e eu disse que não.

Agora alguém me responda.

Porque raio é que eu andava a estudar matemática????????

(e o que é que o sr. tem a ver com matemática... também foi algo que me intrigou no sonho)

09 April 2010

Haja Hoje para tanto Ontem

Gostei da frase.

Com a próximidade dos meus 30 e de tanta coisa que já vivi... e tantas tão intensamente e umas quantas tão em vão.

Apercebo-me que devia eu aprender mais com os erros dos outros porque não vou viver o suficiente para os cometer a todos! ahahaha!

E mais concluo!! Os erros que passo a vida a repetir... são sempre sobre aquelas coisas que realmente parece que insisto em não querer aprender!!

Posso ser estólida que nem uma burra, com esses constantes e repetidos "desacertos" e "incorrecções" mas tanto hei-de marrar na parede que aprenderei por mim!
E até já foi bem pior. I'm growing up, mummy!



"Time Is Running Out" - Muse

I think I'm drowning
Asphyxiated
I wanna break this spell
That you've created

You're something beautiful
A contradiction
I wanna play the game
I want the friction

You will be the death of me
You will be the death of me

Bury it
I won't let you bury it
I won't let you smother it
I won't let you murder it

Our time is running out
Our time is running out
You can't push it underground
You can't stop it screaming out

I wanted freedom
Bound and restricted
I tried to give you up
But I'm addicted

Now that you know I'm trapped sense of elation
You'd never dream of
Breaking this fixation

You will squeeze the life out of me

Bury it
I won't let you bury it
I won't let you smother it
I won't let you murder it

Our time is running out
Our time is running out
You can't push it underground
You can't stop it screaming out
How did it come to this?
Oh

You will suck the life out of me

Bury it
I won't let you bury it
I won't let you smother it
I won't let you murder it

Our time is running out
Our time is running out
You can't push it underground
You can't stop it screaming out
How did it come to this?
Oh

08 April 2010

Nothing's gonna change MY WORLD


(Apesar de todos os dias eu o sentir a mudar... mas cá dentro... só muda o que eu deixo.)


Across the Universe - Beatles - Cover by Rufus Wainwright

Words are flying out like
endless rain into a paper cup
They slither while they pass
They slip away across the universe
Pools of sorrow waves of joy
are drifting thorough my open mind
Possessing and caressing me

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world

Images of broken light which
dance before me like a million eyes
That call me on and on across the universe
Thoughts meander like a
restless wind inside a letter box
they tumble blindly as
they make their way across the universe

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world

Sounds of laughter shades of life
are ringing through my open ears
exciting and inviting me
Limitless undying love which
shines around me like a million suns
It calls me on and on across the universe

Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Jai guru deva
Jai guru deva

06 April 2010

Sometimes...


Sometimes
you have to test someone. Not because you don't trust them, but to see how much they'll sacrifice for you.

Sometimes you have to let them go, not because you suddenly stopped loving them, but to see if they love you enough to come back.
(u live, u learn... ai...)


Em tempos escrevi por aqui uma coisa (bom, já escrevi aqui muitas coisas nos passados 6 anos) e passo a vida a receber, todos os dias, SPAM nesse post em especial... calculo que seja um (pre-(a)núncio, um "sinal" de qualquer coisa, ou simplesmente uma palavra lá pelo meio que chama os spammers. Deixo a minha parte preferida do Post que data do ano passado quando eu andava em tempos de mudança interior (e exterior, mas isso são outras histórias mais tristes e não para agora):


(...) Muitos erros cometêmo-los com alguma consciência... mas arriscamos, tentamos, vamos à aventura, fazemos por ser afoitos, valentes, corajosos, audazes, ambiciosos, ousados e sem medo... porque não sabemos, talvez, medir logo as consequências, com muita antecedência; tentamos ir com algum cuidado mas vamos com o "desafio" na cabeça, porque "esta é a hora"... e "se não for agora vai ser quando?"... Mas como me disse há dias um tipo que ainda não percebi se é parvo ou ou não: "Tudo tem o seu tempo". E nem sempre [arrisco agora em dizer que Nunca] fazemos as coisas nos tempos certos. São os tais desencontros de que falava um anonymous aí num comment há dias.
Bom... tudo isto resulta ou pode resultar em algumas asneiras por precipitação ou até por facilitismo. Porque pensamos positivo - como toda a gente nos diz para fazer a toda a hora - porque "quem não arrisca, não petisca".

Acrescento agora que há coisas que não deviam ter tempo nunca. Que nos fazem sofrer demais, que não deviam existir nem nunca haver forma de alguém as inventar. Estou cansada. E por coisas que simplesmente não merecem uma única lágrima minha.

Aquela treta de sermos anjos de uma só asa e por isso termos que nos abraçar para voar. Pode ser uma imagem muito bonita... mas... e fico-me pelo mas (com as já habituais reticências)"..."


“Courage is the discovery that you may not win, and trying when you know you can lose.”

Ao menos EU tentei.


04 April 2010

YOU HAVE TO KNOW

WE have to know WE can lose everything.

But if you take that chance, if you invest wisely the pay off might just surprise you.

Sometimes the past is something you just can't let go of.
Sometimes the past is what you keep doing anything to forget.
And sometimes we learn something new about the past that changes everything new we know about the present.

Sometimes you have to test someone. Not because you don't trust them, but to see how much they'll sacrifice for you...

Uma vez que estamos como estamos... e não se adivinha, para breve, melhora, estas frases, ecoam na minha cabeça e no peito apertado.
Depois de tanto tempo. Senti-me sacrificada, perdida, sozinha. E não vejo sacrifício. Nem sequer vejo do outro lado auto-entendimento. Certeza do que se quer. O verdadeiro auscultar do coração!
Alguém me explique como foi tudo isto possível em tão pouco tempo.

What a nightmare... :o(

Bom Domingo de Páscoa com muito iogurte

Bonnie Tyler... conhecida pelas suas músicas dignas de fazer chorar as pedras da calçada. Banda sonora dos finais de relacionamentos sem mais volta... as músiquinhas da "dor de corno" como, rudemente, eu chamo às vezes...

Mas felizmente há neste mundo gente que, com um pouco de imaginação, mesmo nos momentos mais tristes, conseguem dar um toque pazenteiro à coisa:




Boa Páscoa e muito iogurte... Sim! Se os coelhos põem ovos na Páscoa porque raio não podemos nós fazer de comer iogurte uma tradição de Páscoa... ou de quando temos "dor de corno"!
Se não tiverem iogurte... já sabem. Turn around to Pingo Doce or something and buy some.
****

30 March 2010

Finalmente dias mais sorridentes

Domingo: Visita ao 18º acampamento de agrupamento do 626.

O sol estava quentinho e soube-me mesmo bem o passeio.

Depois de rever tantas caras das quais já sentia saudade (algumas até sem mesmo o saber!) convidaram a ajudar na cantoria, ao que acedi com prazer.
Não me lembrava da última vez que me apeteceu pôr a alma a cantar... eu, que sempre fora tão musical. Vão-se lá entender estas fases complicadas da vida.
Mas o que importa é que está a passar e me sinto melhor do alguma vez fui. E assim sendo, soube bem ajudar a dar som às hostes e sentir música dentro da minha cabeça. (o que já me levou a compilar uma nova playlist par o carro! :o))

Já pouco antes da partida, uma conversa, não sei se agradável se ainda mais confusa que todas as anteriores. Pouco interessa para aqui.
Mas o cenário era apetecível e o Pôr-do-Sol neste spot espectacular foi simplesmente ma-ra-vi-lho-so. Numa boa companhia, apesar de já mal a reconhecer, infelizmente.


Segunda-feira: Depois do convite de DUAS pessoas IMPORTANTES (hehehe), ao final do dia depois de um dia estafante de trabalho (para mim) e de estudo (para ele), seguimos eu e afilhado, montadinhos no meu Zé, na esgalha, para chegar ao Fogo de Conselho a tempo. Como sempre, não começou à hora marcada e a pressa não era tão necessária.
Nem a possibilidade de ficarmos fechados no Quartel da Raposa, a propósito da hora obrigatória de fecho, nos impediu de assistir ao Fogo de Conselho do principio ao fim. Nada que uma combinação com os guardas, que abrem o portão, não resolvesse.

Não posso dizer que mais uma vez não fiquei meia nhonhó com uma ou duas coisas, mas só pode ser porque ando meio sensível com alguns assuntos. No entanto faço valer a minha posição com o o Guerreiro da Luz a relembrar-me: "não baixar a cabeça para não perder de vista o horizonte dos meus sonhos."

Do fogo de Conselho, a reter, a seguinte imagem, na minha opinião, um dos melhores momentos na peça dos (terríveis & temíveis) Caminheiros e do Fogo Conselho no seu todo:



Lentamente, os sorrisos e mesmo as gargalhadas voltam. Tenho-lhes muito direito.
Diga-se o que se disser, sinto o coração em alguns vértices apertadinho, sim, mas limpo.

26 March 2010

tenho mais uma inesperada e longa caminhada pela frente


"continuas sem responder"

"Todo o guerreiro da luz já ficou com medo de entrar em combate.
Todo o guerreiro da luz já traíu e mentiu no passado.
Todo o guerreiro da luz já perdeu a fé no futuro.
Todo o guerreiro da luz já trilhou um caminho que não era o dele.
Todo o guerreiro da luz já sofreu por coisas sem importância.
Todo o guerreiro da luz já achou que não era guerreiro da luz.
Todo o guerreiro da luz já falhou em obrigações espirituais.
Todo o guerreiro da luz já disse SIM quando queria dizer NÃO.
Todo o guerreiro da luz já feriu alguém que amava.
Por isso é um guerreiro da luz; porque passou por tudo isso, e não perdeu a esperança de ser melhor do que era."


E este é para reflectir e, para quem assim se encontrar, se for capaz, tentar ao máximo cumprir.

25 March 2010

ok

Ontem estava um bocado arreliada... era com o quê?
Ah! Com a indecisão masculina!
Mas hoje já estou mais suportável e continuo a sentir-me bem.

Estas drogas são do melhor!!
(tava a gozar ok? Há que fazer ressalvas que há gente que não filtra muito bem o que lê - e o que vê tb!)

Como diz uma das minhas pessoas favoritas: "Não é difícil viver, difícil é SABER viver"

:o)

24 March 2010

e ontem (ou hoje)

Ficaram a doer-me os gémeos da posição parva no fundo da tua cama em que resolvi ler aquela "carta" (inútil).
Até me custa a andar. "Raisparta" que nem na lucidez do não querer mais nada teu, nem na clareza fajuta de palavras ilógicas que talvez já na tolice do sono te e me perdiam, me safo de ter dores.
Chiça!

Para quem ainda acredita em príncipes e contos de fadas






so, abandoned is the feeling, huh?


Só porque sim. Porque a vida não pára de girar, há tanta tralha para ocupar o tempo... e porque o esquecimento de quem supostamente nos faz falta é tão irrelevante que só resta fazer aquilo a que 90% de nós/vós humanos somos mesmo bons... aceitar de preferência em silêncio.

10 March 2010

o pingo pingado do pinguim

Como isto por "aqui" anda muito internacional, temos (por pouco tempo mais, muito infelizmente) uma menina da Turquia e outra dos EUA. Às vezes dá uma miscelânea curiosa de sotaques e experiências.

Estava eu a resmungar com o meu descafeinado pingado (que não bebia desde o último post mas hoje, não sei porquê, a máquina resolveu olhar para mim outra vez e lá tirei esta bebida estranha)

E diz assim alguém:
- Ah... "pingado" é porque tem leite?
E eu respondi: "sim, é pingado de leite. Põem-se uns "pingos" de leite...!"
- Ah... pensei que era porque saía assim aos pinguinhos...

Os risos não têm andado por este lado, mas soltei uma gargalhada libertadora.

- Ah, ri-te! Uma amiga minha pensava que pingado era porque tinha vinho! O pingado vinha de "pinga"!

E, como disse, se os risos não têm andado por aqui, as gargalhadas ainda menos... mas ri e "gargalhei" ainda mais. Um cheirinho no café, vá, até é comum, não o é propriamente com vinho, mas adiante.

Veio então a história da detentora do outro par de ouvidos que seguiam os divertidos e diferentes "conceitos" de um "Pingado", e quando conseguiu parar de rir contou que uma sua amiga italiana não suportava os anúncios do Pingo Doce (e nem era aquele enervante de agora, eram outros mais soft e mais oldschool...) nem nunca entrou num Pingo Doce durante os dois anos que viveu em Portugal porque tinha uma fobia a Pinguins (qualquer coisa como Spheniscidaeaphobia) e, na sua inocente convicção de forasteira, julgou que "Pingo" significaria... Pinguim.

Pinguim doce, venha cáaaaaaa...

nahhh...

25 February 2010

bebida desconhecida

Dada a forte aptência para a insónia, resolvi reduzir a cafeína.
Achei que não devia reduzir drasticamente. Não que bebesse assim tantos, mas é sabido que eu penso demais e achei que me ia fazer melhor se não cortasse directamente. Portanto na semana passada ainda bebi uns "pingados" normais porque não ligo muito ao sabor do "descafeínado" e alguma teoria parva no meu cérebrozinho me dizia que o leite ia cortar a caféina.
Não sei se corta ou não. Nem quero saber.
Esta semana bebi sumo, chá, água.
Mas agora dei por mim a olhar especada para a máquina (ou seria ela a olhar para mim?) e carreguei no botão que dizia "pré-seleccção de descafeínado" e a seguir carreguei no "pingado".

Em resumo: estou a beber uma mistura de café que não é café, com leite que não é leite.
Não, não é leite! Porque eu já vi o senhor a mexer na máquina e o que ele mete lá para dentro é um pó duvidoso que suponho ser leite em pó.
O que vem adicionar muita água a isto tudo: água para o café que não é café, e água para o pó se transformar em qualquer coisa parecida com leite.
Não sei o que estou a beber...
Tem um leve travo a café fraco e é quente. Ponto.
Não é assim tão mau mas eu também não sou assim TÃO exigente.

22 February 2010

uma semana

Ainda não me habituei.

Punky José, espero que estejas feliz no Éden dos gatos.
Tazóvir...?

:o(

Mais feliz que eu aqui sem ti.

17 February 2010

Punky R.I.P. 16 Fevereiro 2010

Desculpa Punky.

Queria escrever-te um post, mas não consigo.
Não consigo...

Eu e o Matias já sentimos a tua falta... :o(
Obrigada...
Gostava tanto de ti. Gosto.
Descansa em paz.
É o que consigo escrever. :'o(

09 February 2010

e alguém me explica, se tiver explicação...

... eu ter recebido, de um "estranja" qualquer, esta peça de poesia bucólica, no email do trabalho:

Moo Cow, Moo cow
Moo cow, moo cow,
How do you do, cow?
Very well, thank you,
Moo, moo, moo.
Two Little Birds Sitting On a Wall
Two little birds
Sitting on a wall,
One called Peter,
One called Paul.
Fly away Peter,
Fly away Paul,
Come back Peter,
Come back Paul.
Ladybird, Ladybird
Ladybird, Ladybird,
Fly away home,
Your house is on fire,
Your children all gone.
This Little Pig
This little pig went to market,
This little pig stayed at home,
This little pig had roast beef,
This little pig had none,
And this little pig went wee, wee, wee,
All the way home.

Your house is on fire,
Two Little Birds Sitting On a Wall
Moo Cow, Moo cow



The strangest little things happen to me.
Bom... sempre deu para rir um bocadinho, logo pela manhã.

19 January 2010

well... geeks and monkeys. why not.

Despite it all, I still find monkey jokes amusing.


Even with your escape from "my box".

11 January 2010

ainda o dark side...

As forças do mal continuam a querer tentar-me, mas nunca estive muito e estou agora ainda menos interessada em cambalachos manhosos.





Darth says:
Waiting you on the "right" side :)


n a n a ® says:
... you're so stupid and you know nothin'

08 January 2010

in 2010 life is snugger & comfier

Quase um ano depois, eis que se inaugura a lareira! Que benção dos deuses aquele calorzinho e o cheirinho a fogo... :o)


05 January 2010

When things Are Too Bad (They're Bound To Go Good)?

Copo meio cheio, copo maio vazio...?
Não. Já não sei discernir como vejo a porcaria do copo.

Será possível aquela história do "eu quero, o posso, eu consigo"?
Não haverá fases em que mesmo querendo não podemos nem conseguimos?

Será possível aplicar sempre o "when there's will, there's a way"?
Não haverá alturas em que mesmo havendo vontade, o caminho esteja tão, mas tão escuro que não conseguimos mesmo ver o destino lá ao fundo? Só nevoeiro... escuridão, luzes apagadas... alguém tem um fósforo? Uma velinha?

(E bato no peito agora aqui... pois julgo que numa altura qualquer já devo ter dito a alguém que se não encontra o caminho é porque simplesmente não quer... acusei. E agora sei que fui injusta, pois chegou a minha vez de querer e não encontro caminho.)

Mas quando as coisas vão mal, só tendem a caminhar para a melhora. Right?

01 January 2010

in 2010 life is foxy

1 de Janeiro.
E o Meo já tem Fox Life.

2010 is so cool already.

Não houve

Este ano fiz tudo ao contrário na passagem de ano.
Porque sempre ouvi dizer que estupidez é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes...

Portanto este ano:
Não houve cueca azul.
Não houve passas.
Não houve desejos.
Não houve champagne.
Não houve brinde.

Não segui nenhuma tradição. Nenhuma.
Vamos ver se vou notar diferenças. De preferência para melhor. Mas dúvido, estas tradições e superstições existem... só porque sim... :o)


31 December 2009

e a parvoíce de fim de ano não pára...


"Eu vim para vos salvar. Eu vim para iluminar o vosso caminho."
Jesus +/- 30 DC & Ana +/- 2010 DC (hehehehe)

sintomático??

Há uns dias ainda andava um imperador a tentar tentar-me (passo a redundância)! hehehe

Dark Side says:
para veres que o dark side existe:
http://arstechnica.com/science/news/2009/12/two-events-hint-of-the-impact-of-dark-matter-particles.ars

n a n a ® says:
boa... matéria negra... so what?
bah, don't believe everything you read

Dark Side says:
it's true
I follow the experiment
Tens mesmo q vir para o dark side

n a n a ® says:
achas!? perdia a coerência toda pah!
pode ser que ainda vá
mas não pode ser já
só quando já não houver memória de que agora sou imperatriz do lado da luz - muahahaha!
NOT!
forget it... i took a peek @ the Dark Side... it's not pretty...

Dark Side says:
caraças que pena
uma miuda gira como tu tem que estar no lado certo

n a n a ® says:
hahahaha

Dark Side says:
a sério
temos q recrutar as melhores

n a n a ® says:
aahahahaha

Dark Side says:
não te rias pq é sério

n a n a ® says:
é sério é

Dark Side says:
que graça tem o lado da luz?
é só miudas tristes

n a n a ® says:
cala-te belzebu!

Dark Side says:
e com a depilação por fazer
pq nós no dark side temos laser

n a n a ® says:
hahahaah
do lado da luz temos A VERDADE
vcs têm é LAZER

Dark Side says:
depois de te introduzir à tecnologia laser
nunca mais queres nada com outra luz
the force is on the dark side

n a n a ® says:
...? Diz-me lá só mais uma vez porque é que eu ainda estou a ter esta conversa...

(...)

Depois das "metáforazinhas" sobre o Dark Side e o "Lado da Luz" e outras tretas afins... eis que um dos meus cartoonistas preferidos publicou ontem isto:

E toma lá para aprenderes...


The force choke the chicken... hihi

Eu sei que seria uma guerra perdida... mas deixa-me escrever isto aqui hoje:

The Force - 1 / The Dark Side - 0

..

30 December 2009

lessons '09

#1 - O caminho mais fácil nem sempre é o mais certo e caminhar sozinho durante um bocado do trilho não é necessariamente mau. No entanto lembra-te: "Se queres ir rápido, vai sozinho, se queres ir longe, vai acompanhado." Às vezes precisas mesmo de ajuda... escolhe-a bem.

#2 - Nem tudo o que parece é (ehehehe vi a luz!!... ok, ok eu reformulo:) O que pensavas ser feito de diamante, pode revelar-se ser apenas em pechisbeque. E por vezes daquele mesmo reles e baratuchinhooo... ou: Mesmo as embalagens mais bonitas podem ter coisas muito feias lá dentro...

#3 - Pessoas muito cintilantes e mais preocupadas com a estética do que com qualquer outra coisa... são perigosas e geralmente muito vazias. (esta vem no seguimento da anterior...né?)

#4 - Tempos felizes que vives e partilhas, facilmente (mais do que alguma vez imaginaste) se esvanecem em nuvens e recordações que podem trazer sabores de amargura. As pessoas esquecem-te mais rápido do que tu a elas...

#5 - Verdadeiros Amigos não precisam de justificações. Se no teu coração sentes que agiste bem, não te desgastes e não dispendas a tua energia a justificar-te em demasia.

#6 - Se tens que te justificar até à exaustão é porque, à partida, não estás a justificar-te a um amigo, mas a alguém que nunca te quis dar de si e mais facilmente acreditará no que for simplesmente mais fácil de acreditar.

#7 - Não dês de ti a quem não te dá de si. Só aguentarás dar sem nada em troca até certo ponto. Cedo te acostumarás a viver com as migalhas de afecto que eventualmente caírem e nada tão frágil será para durar.

#8 - Quando a tua mãe te diz: "minha filha, a vida guarda muitas supresas", não te rias dela a pensar que tens tudo controlado e acredita. Ela viveu outra vida que não a tua, mas já viveu mais do que tu. Ainda que de formas diferentes e em "outros tempos", de certeza que a experiência já lhe ensinou muito.

#9 - Não deixes a tua cabeça jogar jogos contigo. Por muito que seja a reacção química do teu cérebro, não entres em pânico. Aguarda. Dorme. Descansa. Vais ver tudo sob outra luz depois de "dormires" sobre os assuntos.

#10 - Sê fiel a ti mesma(o). Pode haver muito engano no mundo, mas o pior engano é o que deixas incorrer em ti mesma(o). Não te deixes enganar-te. (freaky huh? but oh so true...)

#11 - Se alguém te subtraíu da sua vida, deixa, aceita, faz o luto e segue em frente. Aceita que nem tudo tem sempre lógica neste mundo.

#12 - Não confies tanto. Quando menos esperas, as pessoas revelam-se e viram-se do avesso. Geralmente acontece quando menos estás preparada(o). Não é fácil, mas tenta encontrar o equilíbrio entre a confiança e a desconfiança...

#13 - Aqueles que realmente importam, já estão na tua vida há muito tempo. Estão e estiveram lá sempre, só que tu é que já os davas e dás por tão certos quanto às mobílias da tua sala: pousas-lhes coisas em cima de vez em quando, mesmo sem olhares, porque já sabes que à partida não falham e estão ali. Mas não esqueças de limpar-lhes o pó de vez em quando... tudo precisa de manutenção.

#14 - Aprende a viver sabendo que há inimigos. Não para passares a vida a stressar com isso, mas mantém apenas essa "mental note". Não tenhas ilusões. Mesmo todos os que te sorriem podem ser falsos. Com tanta gente no mundo, achavas mesmo que era possível que toda a gente com quem te dás ou meramente te cruzas, gostasse de ti?

#15 - Se te tentarem mudar para "encaixares melhor", faz por sair desse puzzle. Não tens que ser uma peça igual às outras. Ser diferente não é pecado, não é punível por lei nem faz de ti um ser alienígena. Geralmente querem mudar-te porque invejam a tua diferença e percebem que nunca se destacarão como tu, por isso tentam apagar o teu fogo e a tua luz... sabes... para que não lhes faças sombra...

#16 - Quem não consegue elevar-se para chegar ao teu nível, irá sempre tentar puxar-te para baixo. Como me disse um sábio muito meu amigo: A miséria nunca quis morrer sozinha.

Aprendi muito mais... muito mesmo. Mas ficará certamente para outro(s) post(s).

18 December 2009

Close your eyes... you will see.

Pois, é SÓ um anúncio da Pantene... mas a mensagem é mesmo esta.
Podemos todos apontar os dedos uns aos outros, dizer cobras e lagartos daqueles que não gostamos simplesmente porque não são como nós e não acreditam no mesmo que nós acreditamos.

- Why am I different from others?
- Why... do you have to be like others?





E... é o que eu acho.
Não tenho que ser como os outros. E não me importo de viver na adversidade acrescida que isso pode implicar.
Os "violinos" desta vida reparam-se. E as verdadeiras amizades, mantêm-se para sempre, no matter what.
Pelo menos e para já, é assim que sinto.

juro...

... que também não tive absolutamente NADA a ver com isto do Mr. Tiger Woods... :op
E o senhor diz que vai tentar ser melhor pessoa! Não é o que dizem todos?
Bom... careca a descoberto e a vida toda de pantanas... was it worth it?
Hope so... or maybe not.
O mundo é que está todo do avesso... mas eu é que ando a "remar contra as marés"... eu é que devia "juntar-me a eles" porque "nunca vou conseguir vencê-los, e assim até me divertia muito mais e não me metia em chatices", para além de que nem eu nem ninguém "é possuidor de um suporte emocional forte o suficiente para levar em frente uma guerra destas"...

Well... read it here my friend:
Não sou nem quero ser igual a "eles".

Não vou passar para o Dark Side... I'm friends with Luke, 'cause his light sabre is blue!

06 December 2009

ausência

Tudo faz parte de crescer.
Quase arrisco em dizer que vou aprender lições atrás de lições até ao dia em que morrer e quando partirei para um qualquer sítio onde, provavelmente, nem vou tirar proveito das derradeiras lições.
Cresci muito nos últimos anos. Cresci muito, muito nos últimos meses.

Perdi alguma inocência. Infelizmente faz parte do processo de crescimento. E tem que fazer porque quando crescemos, o mundo fica diferente, vemo-lo com outros olhos.

A "ausência", a qual usei para dar nome a este post, não é a ausência que tenho feito sentir por aqui, pela "blogosfera", se bem que essa também a tenho sentido, bem como a minha ausência perto de TI, de alguns amigos, perto de algumas coisas que fazia mais regularmente e que nos últimos meses deixei de fazer tanto. É outro tipo de ausência.

Pareceu-me ser uma ausência imperativa, algo que julguei ter que existir. Ou não estariamos assim. De algo que não me estava a fazer bem... nem a mim nem a... ninguém! Que parecia ser tóxico...

Só que... as ausências criam sentimentos de perda, criam saudades. (muita)
Como disse, uma ausência imperativa, porque a frequência e presença pareciam ter passado a ser mais destrutivas que positivas, portanto, a ausência que tinha que ocorrer e disso julgo não ter dúvida... ou tenho?... ai...

No entanto, como explico à minha mente e ao meu corpo isso?
Quero que ambos se adaptem o mais rápido possível a esta ausência, mas a verdade é que eles ainda estão a lidar com a sensação de perda e da frequência e da presença.
Faz sentido?
A minha mente e mesmo o corpo, pode querer pregar-me partidas, porque ainda sente falta, apesar de saber que o melhor para todos (eu, tu, a minha mente e corpo e tu... o teu corpo e a forma como se manifestava) é a mesmo a ausência...
Mas há um vazio. Um vazio que não se quer vazio, que se quer ver ser fechado, ocupado com outras coisas, talvez. Preenchido.
A minha mente está forte... para já... apesar de tudo, do hábito que já se calhar tudo isto provocou, estava doentio... para mim e para ti... e é só por isso, mesmo com todas as dúvidas sei que a mente e corpo não iriam fugir de uma coisa, fugindo para essa coisa...
Seria auto-anular-se e reiniciar um processo que seria doloroso demais e que neste preciso momento já vai além do começo. Seria um retrocesso grave. E por isso sei que não vou ter truques da mente para tentar voltar atrás. Não sei... só sei que tudo isto custa. Muito.

E por isso conto contigo...
Quando me vieres ler. Manda-me força. Escreve-me. Ajuda-me a fortalecer ainda mais a minha mente. Ajuda-me a manter-me firme.
Estou bem mais forte. (por tudo o que cresci estes meses) mas, ainda assim posso estar a precisar.

Obrigada.

26 November 2009

teorias & narizes

V says (0:52):
Tenho saudades de ver a tua cara

V says (0:54):
Ha uns dias li uma coisa de um historiador que dizia que esta geração é composta de pessoas que apenas conhecem um presente continuo e sao incapazes de incorporar a dimensão histórica dos tempos em que vivem
E depois pensei:
Pudera, se nos habituamos a ver tantas menos vezes as caras de tanta gente

V says (0:55):
E a lidar com tanta coisa na falsa seguranca destas janelinhas
Isto estava na auto-biografia de um senhor de 89 anos que nao usa computadores

V says (0:56):
Mas sabe mais sobre nos do que nos mesmos

n a n a ® says (0:56):
tens sempre, ou descobres sempre umas teorias brilhantes
De facto faz tempo que não as oiço em pessoa e a olhar para o teu nariz
n a n a ® says (0:57):
que é grande, e isso eu lembro-me bem!
:oD

12 November 2009

nanica

Só tu me chamavas "Nanica"...
Lembraste-te de mim aí no céu, foi?


XXXX @ work says:
olá nanica!!
n a n a ® says:
yo!
Cá está outra vez o meu Mikas
gosto mesmo que me chames isso
lembro-me do meu Mikas e sorrio :o)